O currículo diz o que a pessoa fez. Não diz como ela trabalha.
A camada comportamental Kavuka com ciência: o Big Five como espinha, o DISC como linguagem de estilo e o GUÉP Human Score integrando tudo à seleção e à gestão — em conformidade com o CFP e o SATEPSI, com devolutiva digna.
- Big Five
- validade científica preditiva
- CFP/SATEPSI
- conformidade da testagem
- Human Score
- o perfil integrado ao funil
- Devolutiva
- como prática, não exceção
Baterias comportamentais montadas pela decisão — seleção, liderança, equipes e funções de alta fidúcia —, com instrumentos validados e o GUÉP Human Score conectando o comportamental ao verificado e ao observado.
Todo dia sua empresa decide carreiras com a entrevista — e descobre o erro depois do estrago.
O contratado perfeito no papel errado
A contratação tecnicamente impecável que implode o time: o currículo certo, o comportamento incompatível, descoberto só depois do onboarding e do ramp-up.
O líder promovido pela entrega — e perdido na gestão
A liderança escolhida pelo desempenho individual e perdida na gestão de pessoas; o pipeline de sucessão sem critério de potencial.
O teste de internet decidindo carreiras
Instrumento sem validade aplicado como critério, dado psicológico tratado sem o cuidado de dado sensível e o traço virando rótulo discriminatório — risco ético e jurídico.
Custo No país do turnover recorde, a inadequação comportamental é o desligamento mais caro — o profissional competente no papel errado, descoberto depois do onboarding, do ramp-up e do estrago no time. E há o custo inverso: o instrumento ruim, aplicado sem método, que decide errado e ainda gera passivo.
Da medição à decisão — o comportamental como camada, não como oráculo.
- 01
Meça
A bateria adequada à decisão — seleção, liderança, equipe ou alta fidúcia —, com instrumentos validados, não o teste inteiro aplicado sempre.
- 02
Integre
O perfil somado ao verificado (KYA/KYE) e ao observado (People Analytics): o GUÉP Human Score, o perfil integrado e comparável.
- 03
Decida
Com pesos honestos: o comportamental entra como camada de peso definido; a decisão final é humana e documentada.
- 04
Devolva
A devolutiva digna ao avaliado — o instrumento que também desenvolve, o lado B que fideliza o colaborador.
A bateria por trás de cada leitura
Uma camada psicométrica que mede personalidade, estilo e tendências, monta a bateria certa para cada decisão e devolve um perfil integrado e comparável — não um rótulo.
Big Five
Os cinco grandes fatores — a espinha científica
DISC
O estilo observável — a linguagem de gestores
Motivadores e arquétipos
O que move e a narrativa pessoal
Traços de risco (alta fidúcia)
Conduta para funções sensíveis, com parcimônia
GUÉP Human Score
A síntese proprietária — o perfil integrado
Liderança e sucessão
O pipeline avaliado pelo potencial de gestão
Composição de equipes
A química mapeada antes do atrito
Governança do dado sensível
LGPD, acesso restrito, finalidade documentada
Para que se usa o Behavioral Analysis Kavuka
Fit comportamental no funil
O fit somado ao KYA — o currículo verdadeiro E o perfil adequado, medido antes da proposta.
Liderança e sucessão
O pipeline de liderança avaliado pelo potencial de gestão, não só pela entrega individual.
Times e projetos
A composição desenhada: perfis agregados e atritos previsíveis — a química mapeada, não deixada ao acaso.
Funções sensíveis
A camada de risco de conduta com a parcimônia devida — a ponte com o KYE, nunca como veredito isolado.
A testagem que o Conselho de Psicologia exige
Dado psicológico é dado sensível, e instrumento sem validade aplicado como critério é risco ético e jurídico. O Behavioral Analysis Kavuka foi desenhado com a ética da testagem e a LGPD desde o primeiro registro: conformidade não é o laudo no fim — é a forma como a bateria opera.
- Instrumentos e práticas alinhados às resoluções do CFP e ao SATEPSI, com aplicação conduzida adequadamente e laudo onde exigido.
- Dado psicológico tratado como dado sensível: consentimento informado, finalidade documentada, acesso restrito e retenção definida.
- Não-rotulação por princípio: o perfil é camada de peso definido, somada ao verificado e ao observado; a decisão final é humana e documentada.
- Mitigação de viés na aplicação e na leitura — o instrumento não decide sozinho e não substitui o julgamento.
- Direito à devolutiva: o avaliado recebe a leitura — o instrumento que também desenvolve, não apenas filtra.
Paramos de contratar pelo “gostei dele”. O fit comportamental entrou no funil e a rotatividade do primeiro ano caiu.
O pipeline de liderança deixou de ser promover quem entrega mais. Avaliamos potencial de gestão com critério.
O Conselho de Psicologia foi o primeiro a aprovar: instrumentos válidos, devolutiva para todos, perfil nunca como rótulo.
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O que é análise comportamental e como aplicá-la com método
Análise comportamental é a medição científica de personalidade, estilo e tendências comportamentais para responder o que nenhum dado cadastral responde: como essa pessoa trabalha, lidera, decide e reage. É a camada psicométrica da gestão de pessoas — aquilo que o currículo não conta e a entrevista não mede. Não é um teste de internet nem um rótulo: é uma leitura, montada com instrumentos válidos e interpretada com contexto, peso e ética.
O arcabouço técnico parte do Big Five — os cinco grandes fatores, o modelo com maior validade preditiva da psicologia organizacional para performance e permanência — como espinha dorsal científica. Soma a ele o DISC, o estilo observável (dominância, influência, estabilidade, conformidade), que é a linguagem prática de gestores, vendas e equipes; instrumentos complementares de motivadores e arquétipos, que mapeiam o que move e a narrativa pessoal; e, apenas para funções de alta fidúcia, a avaliação de traços de risco de conduta — aplicada com a parcimônia e a ética que o tema exige, nunca como veredito isolado.
A síntese é o GUÉP Human Score: o perfil integrado e comparável que conecta a psicometria às demais camadas da plataforma — a verificação do KYA/KYE e os dados do People Analytics — num único índice. É o que distingue uma leitura de pessoa de um teste avulso: o comportamental medido entra no funil de seleção, no desenho de equipes e no pipeline de sucessão, sempre somado ao que foi verificado e ao que foi observado. O princípio que organiza o produto: a psicometria prevê melhor que a entrevista e pior que a omnisciência — ela é camada, não oráculo.
Aplicar com método significa fazer da ética da testagem a operação, não um anexo. Os instrumentos e práticas seguem as resoluções do CFP e o SATEPSI; o dado psicológico é tratado como dado sensível sob a LGPD — consentimento informado, finalidade documentada, acesso restrito, retenção definida; o perfil nunca reprova sozinho, pois entra com peso definido e a decisão final é humana e documentada; e o avaliado tem direito à devolutiva, o lado B que transforma o instrumento de filtro em ferramenta de desenvolvimento. O que o currículo não conta e a entrevista não mede — com ciência, ética e o peso certo.
Que instrumentos compõem a análise?
O Big Five como base científica (o modelo com maior validade preditiva da psicologia organizacional), o DISC como linguagem de estilo, instrumentos de motivadores e arquétipos, e a camada de traços de risco para funções de alta fidúcia — com a síntese no GUÉP Human Score. A bateria é montada pela decisão, não aplicada inteira sempre.
Isso está em conformidade com o Conselho de Psicologia?
Sim — instrumentos e práticas alinhados às resoluções do CFP e ao SATEPSI, com aplicação conduzida adequadamente, laudos onde exigidos e a devolutiva como prática. A testagem séria é diferencial num mercado cheio de atalhos.
O perfil comportamental pode reprovar alguém sozinho?
Não deve — e o produto é desenhado para impedir o mau uso: o comportamental é camada com peso definido, somada ao verificado e ao observado; a decisão é humana e documentada. Perfil é leitura, não rótulo.
O que é o GUÉP Human Score?
A síntese proprietária Kavuka: o perfil integrado que conecta a psicometria às demais camadas da plataforma (a verificação do KYA/KYE, os dados do People Analytics) num índice comparável — a leitura de pessoa mais completa do mercado, com a governança que o dado sensível exige.
E a privacidade do avaliado?
Dado psicológico é dado sensível: consentimento informado, finalidade documentada, acesso restrito, retenção definida e o direito à devolutiva — a LGPD e a ética da testagem desenhadas juntas.
Qual a diferença entre análise comportamental e teste de personalidade comum?
O teste avulso entrega um resultado isolado, muitas vezes sem validade e sem devolutiva. A análise comportamental Kavuka usa instrumentos validados, monta a bateria pela decisão e integra o resultado ao verificado e ao observado no GUÉP Human Score — leitura de pessoa, não um número solto.
Como a análise comportamental se integra à seleção e à gestão?
O perfil é somado ao KYA no funil de seleção (o currículo verdadeiro e o perfil adequado), alimenta o pipeline de liderança e sucessão pelo potencial de gestão, desenha a composição de equipes e faz a ponte com o KYE nas funções de alta fidúcia — tudo amarrado pelo GUÉP Human Score.
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