GUÉP
Decision Engine · Motor de Decisão

O motor de decisão do negócio: políticas em horas, estratégias testadas em produção, cada decisão explicável.

O Decision Engine Kavuka automatiza decisões — crédito, preço, elegibilidade, roteamento, limite — combinando políticas como código, os scores da casa e os seus modelos em estratégias que decidem em milissegundos, com a explicabilidade que regulador, auditor e cliente exigem.

Milissegundos
por decisão
Horas
para publicar uma política
Champion/Challenger
estratégia testada em produção
LGPD
trilha explicável por decisão

O mesmo motor decisório que já bate dentro do Fraud Prevention, do Onboarding e do RMS Kavuka — agora exposto como produto, decidindo em milissegundos com trilha explicável de cada decisão.

Sua política de crédito precisa mudar hoje. A fila da TI diz: próximo trimestre.

A política presa na fila da TI

A mudança de apetite que levaria horas leva o trimestre, presa em sprint; e a regra hard-coded que ninguém mais sabe por que existe segue decidindo no escuro.

A mudança como aposta no escuro

Sem simulação no histórico e sem champion/challenger, cada ajuste de estratégia é uma aposta: muda-se, reza-se e o trade-off risco × conversão fica refém da intuição.

A automação que o jurídico embargou

A decisão automatizada inexplicável vira caixa-preta — e a LGPD garante ao titular o direito à revisão. A política em produção divergente da aprovada é o apontamento certo na auditoria.

Custo A política presa na TI custa a janela: o ajuste de apetite que levaria horas leva o trimestre, e o mercado não espera. A regra no escuro custa o aprendizado: sem champion/challenger, cada mudança é aposta. E a decisão inexplicável custa o vetador: a automação que o jurídico embarga vale zero.

Como funciona

Da política à decisão explicável, em uma esteira só.

  1. 01

    Codifique

    O analista de negócio escreve a política em linguagem de regras legível — versionada, testada e publicada com aprovação. A política que muda em horas, não em sprints.

  2. 02

    Componha

    Regras + os scores da casa + os seus modelos + os dados da plataforma combinados em uma estratégia de decisão: aprovar, negar, escalar, precificar.

  3. 03

    Teste

    A simulação (backtesting) da política nova contra o histórico antes de publicar; depois o challenger contra o champion em produção, em amostra controlada.

  4. 04

    Decida e explique

    Milissegundos por decisão e a trilha de cada uma: as regras acionadas, os scores usados, os dados consultados — a auditoria nativa.

Cobertura

O motor por trás de cada decisão

Políticas, modelos, estratégias e experimentação num único sistema auditável — a decisão na velocidade da máquina, sob o controle do negócio.

Políticas como código

Escritas pelo analista, versionadas e aprovadas

Modelos como insumo

Scores da casa e os seus modelos plugados

Estratégias de decisão

Regras + modelos + limiares + dados

Champion/Challenger

A estratégia nova contra a atual, em produção

Explicabilidade e trilha

Regras, scores e dados de cada decisão

Simulação (backtesting)

A política nova contra o histórico antes de publicar

Monitoramento de drift

Desempenho e desvio dos modelos em produção

Governança de políticas

Versão, dono, justificativa e aprovação

Segmentos

Quem decide com o Decision Engine Kavuka

Crédito

Crédito & Limites

A política de apetite que muda na janela certa, o par do Credit Score: aprovação, limite e precificação por risco, em milissegundos.

Antifraude

Antifraude & Onboarding

As estratégias dos motores da casa — o mesmo engine que decide no Fraud Prevention e no Onboarding, exposto para o seu fluxo.

Pricing

Pricing & Ofertas

Precificação dinâmica que combina regra e modelo e explica cada preço — a oferta certa para o perfil certo, em escala.

Elegibilidade

Elegibilidade & Roteamento

Benefícios, seguros e planos: a decisão consistente entre canais e analistas, em qualquer volume repetitivo de alto giro.

Blindagem jurídica

A decisão automatizada que o vetador assina embaixo

O Decision Engine Kavuka foi desenhado para a explicabilidade que a LGPD exige e para a governança que a auditoria cobra. Conformidade não é um relatório no fim — é a forma como o motor decide e registra.

  • Explicabilidade LGPD: o direito do titular à revisão de decisões automatizadas atendido — a revisão humana encontra a decisão documentada, não a caixa-preta.
  • Versão e aprovação de políticas: a política em produção é sempre a aprovada, com histórico de quem mudou o quê, quando e por quê.
  • Trilha por decisão: cada decisão guarda as regras acionadas, os scores usados e os dados consultados — a auditoria nativa.
  • Simulação no histórico: o impacto de toda política nova é conhecido antes do risco, com backtesting documentado.
  • Monitoramento de modelos: desempenho e drift acompanhados em produção, para a decisão não degradar sem alerta.
Quem já opera assim
A mudança de política que esperava o trimestre da TI agora sai em uma tarde — escrita, simulada e aprovada pela própria área de crédito.
Diretor de Crédito · financeira
Paramos de mudar estratégia no escuro. O challenger roda em produção, mede o resultado, e só então a gente troca.
CRO · meio de pagamento
Na última auditoria, cada decisão automatizada veio com seus porquês. O jurídico assinou embaixo da automação.
Diretora de Compliance · seguradora

Traga uma política real: devolvemos ela codificada e simulada no seu histórico.

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O que é um motor de decisão (decision engine) e como controlá-lo

Um motor de decisão (decision engine) é o sistema que automatiza decisões de negócio com controle. Ele articula quatro camadas: as políticas — as regras do negócio, escritas por quem entende dele e versionadas como código; os modelos — os scores e classificadores (do Risk Scoring aos modelos do próprio cliente) usados como insumos da decisão; as estratégias — a combinação de regras, modelos e limiares que efetivamente decide (aprovar, negar, escalar, precificar); e a experimentação — o champion/challenger, em que a estratégia nova é testada contra a atual em produção, com o resultado medido antes da troca.

O motor de decisão é o coração decisório que bate dentro de todos os motores de uma plataforma de risco: o antifraude decide, o onboarding decide, o sistema de gestão de risco decide. Exposto como produto horizontal, ele atende qualquer empresa que queira automatizar as próprias decisões — crédito, preço, elegibilidade, roteamento, limite — com a velocidade da máquina e a explicabilidade que regulador, auditor e cliente exigem. O comprador é o dono da política (o CRO, a área de crédito, o pricing), não a TI: a autonomia dele para mudar a regra sem abrir um chamado é a promessa central.

A diferença entre uma automação que escala e uma que vira aposta está na disciplina de evolução. A simulação (backtesting) roda a política nova contra o histórico antes de publicar — o impacto conhecido antes do risco. O champion/challenger mantém a estratégia atual decidindo a maior parte do fluxo enquanto a candidata decide uma amostra controlada, e os resultados se comparam com rigor estatístico antes de qualquer troca. É a evolução por evidência, não por opinião: cada mudança de estratégia deixa de ser uma aposta no escuro e passa a ser uma hipótese testada em produção. A TI governa a plataforma; o negócio governa a decisão.

Decisão automatizada e LGPD não são opostos: a lei garante ao titular o direito à revisão de decisões automatizadas, e a trilha do motor entrega exatamente isso — o porquê de cada decisão, com as regras acionadas, os scores usados e seus fatores, e os dados consultados. A revisão humana encontra a decisão documentada, não a caixa-preta. A explicabilidade deixou de ser cortesia e virou exigência: é o que separa a automação aprovada da embargada. O resultado é a decisão na velocidade do mercado, a evolução sem aposta, a consistência em todos os canais — e a automação que o vetador assina embaixo.

Perguntas frequentes
Qual a diferença entre Decision Engine e Risk Scoring?

O Risk Scoring produz o número (o score sob medida); o Decision Engine orquestra a decisão: as regras, os scores (da casa e do cliente), os limiares e o fluxo — aprovar, negar, escalar, precificar. O score é insumo; a decisão é o produto.

O analista de negócio consegue mesmo mudar a política sozinho?

Sim — as políticas são escritas em linguagem de regras legível, com o ciclo de governança embutido: versão, teste, simulação, aprovação e publicação. A TI governa a plataforma; o negócio governa a decisão.

O que é champion/challenger?

É o teste controlado em produção: a estratégia atual (champion) segue decidindo a maior parte do fluxo enquanto a candidata (challenger) decide uma amostra — e os resultados se comparam com rigor estatístico antes de qualquer troca. A evolução por evidência.

Como a explicabilidade atende a LGPD?

A lei garante ao titular a revisão de decisões automatizadas — e a trilha do engine entrega o porquê de cada uma: as regras acionadas, os scores e seus fatores, os dados consultados. A revisão humana encontra a decisão documentada, não a caixa-preta.

Funciona com meus modelos próprios?

Sim — os seus modelos plugam como insumos ao lado dos scores da casa, com monitoramento de desempenho e drift; a estratégia combina o melhor dos dois sem refazer nada.

O que é simulação (backtesting) de política?

É rodar a política nova contra o histórico de decisões antes de publicá-la, para conhecer o impacto (aprovações, recusas, risco, conversão) sem expor a operação ao risco. O impacto conhecido antes da troca.

Quanto tempo leva para colocar uma decisão no ar?

A integração é por API documentada, e os scores e dados da plataforma já estão disponíveis nativamente como insumos. Uma vez integrado, a publicação de novas políticas passa a ser questão de horas — feita pela própria área de negócio.

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