A fraude decide em segundos. A sua defesa também precisa.
O Fraud Prevention Kavuka une sinais de dispositivo, comportamento, identidade e transação num motor de decisão em tempo real — com regras editáveis, machine learning e a esteira de identidade mais profunda do Brasil como sinal nativo.
- Milissegundos
- por decisão
- Device + comportamento + identidade
- sinais integrados
- Minutos
- regra com backtesting no ar
- Por decisão
- explicabilidade e trilha
Motor em produção decidindo eventos de cadastro, login, Pix e cartão para fintechs, marketplaces e bets — milhões de avaliações por mês em tempo real, com trilha por decisão.
Quem só verifica na porta está vendo um terço do filme — cerca de 70% da fraude acontece depois do KYC.
A perda dupla
A fraude que passa custa o prejuízo; o bom cliente bloqueado custa a receita. As duas contas chegam — e o falso positivo nem aparece no relatório de fraude.
Ferramentas que não conversam
Device numa tela, regras noutra, identidade numa terceira; o fraudador atravessa as frestas e a fila de revisão manual explode com o volume.
O golpe na velocidade do Pix
O dinheiro sai em segundos; a análise que chega em horas só documenta a perda. Defesa que decide em D+1 é arqueologia.
Custo O Brasil perdeu cerca de R$ 297 bilhões com fraudes em um ano (GASA) — e cerca de 70% da atividade fraudulenta acontece depois do KYC. Só no e-commerce, as tentativas mapeadas somaram R$ 3 bilhões num ano (ClearSale).
De cada interação à decisão, em milissegundos.
- 01
Capture
Um SDK leve coleta sinais de dispositivo e biometria comportamental em cada interação — passivos e invisíveis ao usuário.
- 02
Enriqueça
Identidade, e-mail, telefone e transação somam-se aos sinais, com os motores KYC/KYB Kavuka nativos no fluxo.
- 03
Decida
Regras + ML no motor de decisão: aprovar, desafiar (step-up), bloquear ou revisar, em milissegundos e com explicação.
- 04
Evolua
Backtesting, consórcio de sinais e modelos reentreinados: a defesa aprende mais rápido que o ataque.
A camada de decisão sobre toda a jornada
Uma única plataforma cruza os sinais de dispositivo, comportamento, identidade e transação e devolve uma decisão estruturada, pronta para automatizar a aprovação ou o bloqueio.
Device intelligence
Fingerprint, emuladores, VPN/proxy, mismatch
Biometria comportamental
Digitação, mouse, hesitação, copy-paste
Enriquecimento de identidade
E-mail, telefone, vínculos — motores Kavuka
Análise transacional
Velocidade, valores, teste de cartão, laranjas
Regras no-code
Editáveis com backtesting contra o histórico
Machine learning
Padrões emergentes que ainda não viraram regra
Motor de decisão
Aprovar, desafiar, bloquear ou revisar
Gestão de casos
Fila priorizada por ML com contexto completo
Quem decide com o Fraud Prevention Kavuka
Fintechs & Pagamentos
Defesa da jornada completa: abertura, login, Pix e cartão; bloqueio de contas-laranja, sob a pressão de perdas em tempo real e do BCB.
E-commerce & Marketplaces
Barreira a chargeback, teste de cartão, contas falsas e abuso de promoções e cupons; gatilho típico é o pico de chargeback ou a fraude de sellers.
Apostas reguladas (bets)
Bônus abuse, multi-contas e lavagem via apostas, com as exigências crescentes do licenciamento.
Crédito & BNPL
Fraude de originação (ponte com identidade sintética) e inadimplência fraudulenta na carteira nova.
Decisões defensáveis perante cliente, auditoria e regulador
O Fraud Prevention Kavuka foi desenhado para decidir com explicabilidade e tratado para a LGPD desde o primeiro sinal. Bloqueio sem racional é indefensável; aqui, cada decisão carrega os sinais e regras que a motivaram.
- Explicabilidade por decisão: cada resultado traz os sinais e regras que o motivaram, defensável perante o cliente contestador.
- Trilha completa de auditoria por evento, com racional, fonte e data de cada aprovação, desafio ou bloqueio.
- Bases legais adequadas (legítimo interesse na prevenção à fraude; obrigação legal nos setores regulados) e sinais passivos minimizando o dado tratado.
- Integração nativa com o monitoramento de PLD/FT: a contas-laranja detectada pelo antifraude alimenta a esteira de compliance.
- Criptografia em trânsito e em repouso; DPA (acordo de tratamento de dados) disponível para clientes enterprise.
Paramos de escolher entre conversão e segurança: a aprovação automática subiu e a fraude consumada caiu no mesmo trimestre.
Criar uma regra, backtestar contra 90 dias e publicar em minutos mudou o jogo. Não esperamos mais semanas enquanto o golpe corre.
Pela primeira vez cada bloqueio tem racional e trilha. A auditoria e o cliente contestador recebem a explicação na hora.
Coloque sua defesa na velocidade do ataque.
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O que é prevenção à fraude em camadas
Prevenção à fraude (Fraud Prevention) é o sistema de defesa em camadas que protege toda a jornada digital — do cadastro ao login, do pagamento à movimentação — combinando sinais de dispositivo, comportamento, identidade e transação com regras de negócio, modelos de machine learning e um motor de decisão em tempo real que aprova, bloqueia, desafia ou encaminha para revisão. Na arquitetura do portfólio Kavuka, é o guarda-chuva da categoria antifraude: o Onboarding Digital protege a entrada, a detecção de identidade sintética combate a ameaça específica da era da IA, e o Fraud Prevention orquestra tudo — porque a fraude não acontece só na porta.
A tese central é simples: a fraude se move, e a defesa precisa acompanhar. O dado que redefiniu a categoria é que cerca de 70% da atividade fraudulenta acontece depois da etapa de KYC — depois que a porta foi passada. A conta legítima é tomada (account takeover), o comportamento muda, a transação foge do padrão, o dispositivo troca. Por isso a categoria global migrou da verificação pontual para a vigilância da jornada inteira: cada interação avaliada em tempo real, com fricção apenas onde o risco justifica. No Brasil, onde o Pix move o dinheiro em segundos e o ecossistema projeta bilhões em perdas com golpes, a defesa em tempo real deixou de ser diferencial para ser pré-requisito.
A defesa opera em camadas que se reforçam. Sinais de dispositivo (fingerprint, emuladores, VPN/proxy, mismatch de fuso e geolocalização) revelam a infraestrutura do ataque. A biometria comportamental — ritmo de digitação, movimento do cursor, hesitação, copy-paste de dados que deveriam ser de memória — captura o jeito de usar que o fraudador não imita, e é o único sinal capaz de detectar o golpe autorizado, quando a própria vítima opera sob manipulação. O enriquecimento de identidade adiciona idade e reputação de e-mail e telefone, consistência cadastral e vínculos. A análise transacional vigia velocidade, valores, contrapartes, teste de cartão e movimentações típicas de conta-laranja. Sobre tudo isso, regras de negócio editáveis com backtesting tratam o conhecido, e modelos de machine learning capturam o padrão emergente — os dois juntos, nunca um só.
Automatizar a prevenção à fraude resolve a equação que parecia impossível: mais aprovação, menos fraude e compliance embutido, numa única camada de decisão. O falso positivo — o bom cliente bloqueado — deixa de ser perda invisível porque a fricção é cirúrgica: o desafio adicional (step-up) só aparece quando o risco sobe, preservando a conversão. O motor decide em milissegundos, dentro da janela da transação do Pix, e cada decisão é explicável e documentada para cliente, auditoria interna e regulador. O diferencial estrutural do Kavuka é que esse motor nasce conectado aos motores de identidade da casa — KYC, KYB e Background Check — e aos dados brasileiros mais profundos do mercado local, alimentando a decisão em tempo real com o sinal de identidade mais rico do país.
Qual a diferença entre Fraud Prevention e KYC?
O KYC verifica a identidade na entrada e mantém a conformidade do cadastro. O Fraud Prevention protege a jornada inteira — login, transações, mudanças de conta — porque a maior parte da fraude acontece depois da porta. Na plataforma Kavuka, os dois se alimentam: a identidade verificada vira sinal do motor de decisão.
O que é biometria comportamental?
É a análise do jeito de usar: ritmo de digitação, movimento do cursor, hesitações, copy-paste de dados que deveriam ser de memória. O fraudador pode ter os dados da vítima — mas não o comportamento dela. É também o sinal que detecta o golpe em andamento, quando a própria vítima opera sob manipulação.
A camada antifraude adiciona fricção para o cliente?
Ao contrário: os sinais são passivos (invisíveis ao usuário) e a fricção é cirúrgica — o desafio adicional (step-up) só aparece quando o risco justifica. O resultado típico é mais aprovação automática para os bons clientes, não menos.
Como funcionam as regras e o machine learning juntos?
As regras codificam o conhecimento do seu time (editáveis em interface no-code, com backtesting contra o histórico antes de publicar); o ML detecta padrões emergentes que ainda não viraram regra. O motor de decisão combina os dois e explica cada resultado.
A plataforma decide em tempo real para o Pix?
Sim — a decisão sai em milissegundos, dentro da janela da transação. Sinais de dispositivo, comportamento e padrão transacional são avaliados antes de o dinheiro sair, não depois.
As decisões são explicáveis para auditoria e regulador?
Sim. Cada decisão carrega os sinais e regras que a motivaram, com trilha completa — defensável perante o cliente contestador, a auditoria interna e o regulador.
Como se integra à minha stack atual?
SDK leve (web e mobile) + API REST documentada. A plataforma também recebe seus dados e sinais de terceiros, orquestrando tudo num único ponto de decisão. Implementação típica em dias, com Customer Success dedicado.
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