GUÉP
IAM · Identity & Access Management

O ataque moderno não invade. Ele faz login.

O IAM Kavuka gerencia o ciclo completo de identidades e acessos — provisionamento, mudança e revogação — com a âncora que falta: cada conta nasce ligada a uma pessoa real verificada pelos motores da casa, e cada terceiro com acesso passou pela esteira.

JML
ciclo de vida automatizado
Zero
contas órfãs por desenho
Mínimo
privilégio executável
Verificada
identidade ancorada em pessoa real

Gestão de identidades e acessos em produção: ciclo JML disparado por eventos de RH e contratos, contas ancoradas em verificação real e recertificação com dono, prazo e evidência — trilha completa para ISO 27001, SOC 2 e LGPD.

A identidade virou o perímetro — e a conta de quem ninguém verificou é a porta deixada aberta.

Auditoria reprova a gestão de acessos

O privilégio de quem saiu, o acesso a dados pessoais sem governança e o questionário de segurança do cliente sem respostas viram apontamento recorrente em ISO, SOC e LGPD.

Provisionamento por chamado, revogação por memória

A entrada depende de chamado manual, a conta órfã do ex-colaborador fica ativa por meses e a recertificação vira planilha que ninguém responde.

O breach que entrou logado

A credencial válida não dispara alarme: o atacante opera sem ser detectado, o privilégio acumulado amplia o estrago e o terceiro com acesso que ninguém conhece vira o vetor.

Custo As credenciais comprometidas cresceram 160% em 2025 (Check Point) e são o vetor inicial de 22% dos breaches (Verizon DBIR), aparecendo em mais da metade deles. Atores internos respondem por 29% dos incidentes e o abuso de privilégios por 12% — quase um terço do risco mora dentro do crachá, enquanto o custo médio global de um breach já supera US$ 4,8 milhões.

Como funciona

Da pessoa verificada à auditoria, em um ciclo só.

  1. 01

    Ancore

    A conta nasce da identidade verificada — pessoa real confirmada pelos motores da casa e terceiro com acesso aprovado pela esteira KYS.

  2. 02

    Provisione

    Ciclo JML automatizado a partir do RH e dos contratos: a entrada provisiona pelo perfil, a mudança reconfigura e a saída revoga tudo — na hora.

  3. 03

    Proteja

    SSO com MFA phishing-resistant por padrão; contas privilegiadas sob cofre, com sessão gravada, aprovação e elevação temporária.

  4. 04

    Governe

    Campanhas de recertificação com dono, prazo e evidência; trilha de quem tem o quê, aprovado por quem e revisado quando — pronta para auditoria.

Cobertura

As seis camadas da identidade governada

O IAM tradicional gerencia contas. O Kavuka gerencia pessoas verificadas com contas — o elo que fecha a lacuna estrutural da categoria.

Ciclo de vida (JML)

Provisionamento, mudança e revogação automatizados

Autenticação e SSO

Ponto único de entrada com MFA phishing-resistant

Autorização (RBAC/ABAC)

Privilégio mínimo como política executável

Acessos privilegiados

Cofre, sessão gravada e elevação temporária

Governança e recertificação

Quem tem o quê, aprovado e revisado com evidência

Identidade verificada

A conta ligada à pessoa real (KYE) e ao terceiro (KYS)

Perfis por função

Acesso por cargo e atributos, não por exceção

Trilha de auditoria

Cada concessão e revogação com racional e data

Segmentos

Quem governa acessos com o IAM Kavuka

Regulado

Empresas certificadas (ISO 27001, SOC 2)

A governança de acessos como exigência da certificação — provisionamento, revisão e revogação documentados.

Terceiros

Operações com muitos prestadores

O acesso de quem não é do quadro, verificado pela esteira KYS e expirável por desenho.

Crescimento

Empresas em escala acelerada

O caos de acessos que cresce junto, domado antes que vire o breach que entra logado.

LGPD

Quem trata dados pessoais em escala

O acesso a dados como obrigação demonstrável: quem viu o quê, autorizado por quem e quando.

Blindagem jurídica

A gestão de acessos que a ISO exige e a LGPD espera

O IAM Kavuka foi desenhado para que a governança de acessos não seja um relatório no fim, e sim a forma como a esteira opera. A gestão documentada de identidades — provisionamento, revisão, revogação e trilha — é exatamente o controle que a ISO 27001 e o SOC 2 cobram e a evidência de governança de acesso a dados pessoais que a LGPD demanda.

  • Controle de acesso ISO 27001 e SOC 2: ciclo de vida, revisão periódica e segregação de funções documentados.
  • Acesso a dados pessoais governado (LGPD): registro de quem acessou, com que finalidade e por quanto tempo.
  • Recertificação periódica com dono, prazo e evidência — o fim da revisão em planilha que ninguém responde.
  • Trilha de auditoria por concessão: cada acesso com racional, aprovador, fonte e data, pronto para o auditor.
  • Identidade ancorada em verificação real e terceiros validados pela esteira KYS; criptografia em trânsito e em repouso.
Quem já opera assim
A saída no RH passou a revogar todos os acessos na hora. As contas órfãs que a auditoria apontava todo ano simplesmente deixaram de existir.
CISO · empresa de tecnologia certificada SOC 2
Cada terceiro com acesso passou pela verificação antes de receber a credencial. O “quem é essa pessoa?” da auditoria virou um relatório de um clique.
Diretor de Segurança · operação com muitos prestadores
Paramos de acumular privilégio a cada mudança de função. O mover reconfigura em vez de somar, e a recertificação finalmente roda com prazo e dono.
Gerente de Identity · instituição financeira

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O que é IAM e por que a identidade virou o perímetro

IAM (Identity & Access Management — Gestão de Identidades e Acessos) é a disciplina que define quem é cada usuário — colaborador, terceiro, parceiro ou sistema —, o que cada um pode acessar, por quanto tempo e com que evidência. Na prática, ela governa o ciclo completo de uma identidade dentro da empresa: o provisionamento na entrada (joiner), o ajuste na mudança de função (mover) e a revogação na saída (leaver), o chamado ciclo JML. Em torno desse ciclo orbitam o SSO (ponto único de autenticação), os perfis de acesso (RBAC/ABAC), a gestão de acessos privilegiados e a governança de recertificação periódica.

O contexto que define a categoria é claro: o ataque moderno não invade, ele faz login. As credenciais comprometidas cresceram 160% em 2025 (Check Point); credenciais roubadas são o vetor inicial de 22% dos breaches e aparecem em mais da metade deles (Verizon DBIR); atores internos respondem por 29% dos incidentes e o abuso de privilégios por 12%. A Microsoft reporta 600 milhões de ataques de identidade por dia em sua telemetria — a escala do problema. A identidade virou o perímetro, e o IAM é a muralha. Quando a credencial é válida, nenhum alarme dispara: a conta órfã do ex-colaborador é a porta deixada aberta, e o privilégio acumulado a cada mudança de função é o estrago multiplicado.

A categoria global é madura — Okta e Microsoft Entra no IAM de força de trabalho, SailPoint na governança (IGA), CyberArk no privilégio (PAM) —, mas todos compartilham a mesma lacuna estrutural: a identidade digital não é ancorada na pessoa real. O IAM tradicional gerencia contas, não pessoas verificadas; o vínculo entre conta e humano é, no fundo, um cadastro de RH que ninguém validou. O diferencial Kavuka é exatamente esse elo: a conta corporativa nasce da esteira de identidade — a pessoa confirmada por documento, biometria e lastro pelos motores da casa, com a ponte natural para o KYE —, e o terceiro com acesso é um terceiro verificado pelo KYS. A credencial órfã, a conta de quem já saiu, é o que o ciclo de vida automatizado extingue por desenho.

Automatizar o IAM significa transformar essa governança em um fluxo único: a conta ancorada na pessoa verificada, o ciclo JML disparado pelos eventos de RH e contratos, o SSO com MFA phishing-resistant, os acessos privilegiados sob cofre com elevação temporária e a recertificação periódica com dono, prazo e evidência. O resultado é o acesso certo, para a pessoa certa — verificada —, pelo tempo certo, com prova: zero contas órfãs, privilégio mínimo de verdade e uma auditoria com respostas. É a gestão de acessos documentada que a ISO 27001 e o SOC 2 exigem e a evidência de governança de acesso a dados pessoais que a LGPD espera — não como relatório no fim, mas como a forma de operar.

Perguntas frequentes
O que é o ciclo JML?

JML é Joiner-Mover-Leaver: a entrada (joiner) provisiona os acessos pelo perfil da função, a mudança (mover) reconfigura em vez de acumular, e a saída (leaver) revoga tudo automaticamente a partir do evento no RH. É o fim da conta órfã do ex-colaborador ativa por meses.

O que significa identidade ancorada em pessoa real?

Significa que a conta corporativa nasce de uma verificação de identidade real — documento, biometria e lastro pelos motores Kavuka — e que terceiros com acesso passam pela esteira de verificação. O IAM tradicional gerencia contas; o Kavuka gerencia pessoas verificadas com contas.

O IAM Kavuka substitui Okta ou Microsoft Entra?

Pode operar como o IAM completo ou como camada de governança e âncora de identidade sobre o diretório existente. A integração preserva o investimento atual — você adiciona a verificação real e a governança sem trocar a base.

Como o IAM Kavuka trata acessos privilegiados?

Com cofre de credenciais, sessões aprovadas e gravadas, e elevação temporária — o privilégio concedido apenas pelo tempo da tarefa. As contas que podem tudo, que são o alvo número 1 do atacante, ficam sob o controle número 1.

O IAM Kavuka atende ISO 27001 e LGPD?

Sim. A gestão de acessos documentada — provisionamento, revisão, revogação e trilha — é exatamente o controle que a ISO 27001 e o SOC 2 exigem, e a evidência de governança de acesso a dados pessoais que a LGPD espera.

Como o IAM lida com o acesso de terceiros e prestadores?

O terceiro com acesso passa pela esteira de verificação (KYS) antes de receber a credencial, e o acesso é expirável por desenho. Acaba o terceiro fantasma — aquele acesso que ninguém sabe de quem é — que vira apontamento recorrente de auditoria.

O que é recertificação de acessos e por que ela importa?

É a revisão periódica de quem tem o quê, com dono, prazo e evidência. Em vez da planilha que ninguém responde, o IAM Kavuka roda campanhas em que cada gestor confirma ou revoga os acessos da sua área — gerando a prova que a auditoria e a LGPD pedem.

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