Quem vende em seu nome pode derrubar o seu nome.
O KYP Kavuka valida parceiros, distribuidores, representantes e sócios de JV: idoneidade, beneficiário final, vínculos com PEPs, red flags de integridade e monitoramento contínuo — porque cerca de 90% dos casos de corrupção empresarial passam por intermediários.
- Minutos
- por dossiê de parceiro
- PEPs e sanções
- vínculos de risco mapeados
- Red flags
- sinalizados na entrada
- 100%
- da rede monitorada
Esteira em produção credenciando e monitorando redes de canais, distribuidores e representantes — diligência de parceiro como produto, na velocidade do comercial e com a profundidade do compliance.
Todo dia alguém fecha um negócio em nome da sua empresa — e você não fez diligência nenhuma.
O intermediário é o esquema
Cerca de 90% dos casos de corrupção transnacional envolvem terceiros; a Lei Anticorrupção cobra de você os atos deles — multa de até 20% do faturamento.
A marca emprestada
O parceiro age com o seu logotipo; o escândalo dele estampa o seu nome na manchete, com a sua marca na chamada.
O credenciamento no aperto
O canal aprovado para bater a meta do trimestre vira a rescisão litigiosa do ano seguinte — território queimado e cliente perdido.
Custo Cerca de 90% dos casos de corrupção empresarial julgados nas últimas décadas envolveram intermediários — agentes, distribuidores e sócios. Quantos parceiros agem em seu nome hoje sem nenhuma diligência?
Do candidato à decisão, em uma esteira só.
- 01
Credencie
Dossiê completo do parceiro e dos sócios em minutos — empresa, QSA e beneficiário final validados.
- 02
Avalie
Red flags de integridade: PEPs e agentes públicos na rede, racional comercial, estrutura real e histórico.
- 03
Documente
Evidência de diligência por parceiro, com racional, fonte e data — pronta para o programa de integridade.
- 04
Monitore
Vigilância contínua da rede inteira: mudança societária, novo processo, inclusão em listas, mudança de comissões.
O motor por trás de cada credenciamento
O KYP herda o motor de validação de empresas do KYB e a disciplina de monitoramento do KYS, com uma régua própria centrada em integridade e anticorrupção.
Idoneidade da empresa
Motor KYB: QSA, situação e processos
Beneficiário final
Quadro societário e vínculos do parceiro e sócios
PEP e sanções
CEIS, CNEP, OFAC e agentes públicos na rede
Racional comercial
Como o parceiro ganha negócios: comissões e estrutura
Capacidade real
Estrutura, equipe e histórico compatíveis com o papel
Reputação e mídia negativa
Escândalos, litígios e distratos anteriores
Monitoramento contínuo
Alertas durante toda a vigência da parceria
Evidência de diligência
Trilha de auditoria exportável por parceiro
Quem credencia com o KYP Kavuka
Tecnologia & SaaS
Redes de revendas, integradores e VARs — o canal é o motor de receita e o maior risco de marca.
Indústria & Bens de Consumo
Distribuidores e representantes regionais; vendas a governo via intermediários sob a Lei Anticorrupção.
Franquias
Diligência de candidatos a franqueado — capacidade financeira, idoneidade e histórico antes da COF.
Regulados & Joint Ventures
Farma, saúde, financeiro e infraestrutura; o sócio de JV é corresponsável perante a lei.
O capítulo de terceiros que a Lei Anticorrupção espera do seu programa de integridade
O KYP foi desenhado para a abordagem baseada em risco que os guias do DoJ/SEC, o UK Bribery Act e a Lei 12.846/2013 exigem para terceiros comerciais, e tratado para a LGPD desde o primeiro registro. Diligência não é um relatório arquivado — é como a esteira opera.
- Bases legais adequadas: legítimo interesse e procedimentos pré-contratuais na avaliação do parceiro; obrigação legal nos vínculos regulados.
- Evidência de diligência baseada em risco por parceiro: cada decisão com racional, fonte e data.
- Trilha de auditoria exportável para atender matrizes estrangeiras (FCPA, UK Bribery Act).
- DPA (acordo de tratamento de dados) disponível para clientes enterprise.
- Fontes públicas ou legalmente permitidas; criptografia em trânsito e em repouso.
Credenciamento de revenda que levava semanas de conferência manual virou etapa automática do funil de canais. E com diligência de verdade.
O alerta de PEP na rede societária de um candidato a distribuidor acendeu antes da assinatura. Esse contrato a gente não fechou — e foi a melhor decisão do ano.
A auditoria da matriz pediu evidência de diligência dos nossos parceiros comerciais. Exportamos a trilha de toda a rede em um clique.
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O que é KYP e por que o parceiro é o terceiro mais perigoso
KYP (Know Your Partner — Conheça Seu Parceiro) é a due diligence de quem vende, representa ou atua em nome da sua empresa: canais de venda, distribuidores, revendas, representantes comerciais, integradores, franqueados, despachantes, consultores de negócios e sócios de joint ventures. A diferença para o fornecedor é decisiva: o fornecedor entrega para você; o parceiro age por você — carrega a sua marca, fecha negócios em seu nome e, juridicamente, transfere para a sua empresa a responsabilidade pelos atos dele. É por isso que o parceiro comercial é, estatisticamente, o terceiro mais perigoso que existe.
Os dados globais de enforcement anticorrupção são inequívocos: aproximadamente 90% dos casos do FCPA — a lei anticorrupção americana, em vigor desde 1978 — envolveram intermediários terceiros, segundo a base do FCPA Clearinghouse da Stanford Law School. Agentes, consultores e brokers respondem sozinhos por cerca de 72% dos casos. E a doutrina da cegueira deliberada fecha a porta de saída: saber da alta probabilidade de pagamento indevido por um terceiro — ou ignorar red flags sem diligência — já configura conhecimento e gera responsabilidade. No Brasil, a Lei Anticorrupção (12.846/2013) segue a mesma lógica: responsabilização objetiva da empresa por atos de terceiros praticados em seu interesse ou benefício, com multa de até 20% do faturamento bruto.
Um KYP completo opera em camadas. A idoneidade (motor KYB) valida a empresa, o QSA, o beneficiário final, sanções e processos — do parceiro e dos sócios. Os vínculos de risco mapeiam PEPs e agentes públicos no quadro societário ou na rede de relacionamento, o red flag clássico do intermediário de corrupção. O racional comercial responde à pergunta do FCPA: como esse parceiro ganha negócios? Comissões fora do padrão, estrutura opaca de remuneração e atuação concentrada em vendas governamentais são sinais de alerta. A capacidade real confirma estrutura, equipe e histórico compatíveis com o papel — o parceiro que é só um CNPJ e uma conta bancária é o veículo típico do esquema. A reputação cobre escândalos e litígios anteriores. E o monitoramento contínuo acompanha a parceria durante toda a vigência.
O problema externo é o parceiro ruim. O problema interno é o conflito entre a área comercial — que quer credenciar rápido para bater meta — e o compliance, que sabe que o canal é a porta da corrupção. O KYP vende a paz entre os dois: credenciamento rápido porque a diligência é automatizada, com red flags acionáveis na entrada em vez de relatórios para arquivar. Velocidade e integridade deixam de ser opostos. O resultado é a expansão comercial com a integridade embutida: cresça por canais sem entregar a marca ao acaso, com vigilância contínua e a evidência de diligência que o seu programa de integridade precisa exibir — exatamente o capítulo de terceiros que o regulador procura primeiro.
Qual a diferença entre KYP, KYB e KYS?
O KYB valida qualquer empresa; o KYS gere fornecedores (quem entrega para você); o KYP gere parceiros comerciais (quem age por você): canais, distribuidores, representantes e sócios de JV — com régua centrada em integridade e anticorrupção, porque o intermediário é o terceiro de maior risco jurídico.
Por que parceiros comerciais exigem diligência reforçada?
Porque os dados globais mostram que cerca de 90% dos casos de corrupção empresarial envolvem intermediários, e a Lei Anticorrupção (12.846/2013) responsabiliza objetivamente a empresa por atos de terceiros em seu interesse. O parceiro carrega a sua marca e o seu risco.
O que são red flags em um parceiro?
Sinais objetivos que exigem diligência reforçada: PEPs ou agentes públicos no quadro societário ou na rede; comissões fora do padrão; estrutura mínima incompatível com o papel; atuação concentrada em vendas governamentais; histórico de litígios com marcas anteriores; resistência a cláusulas de integridade.
O KYP atende exigências de matrizes estrangeiras (FCPA, UK Bribery Act)?
Sim. A esteira gera a evidência de diligência baseada em risco que os guias do DoJ/SEC e a legislação britânica esperam: verificação documentada do parceiro e sócios, tratamento de red flags e monitoramento contínuo — com trilha de auditoria exportável.
Serve para credenciar franqueados?
Sim. A mesma esteira valida idoneidade, capacidade financeira e histórico de candidatos a franqueado — protegendo a rede e a marca antes da assinatura da COF (Circular de Oferta de Franquia).
A diligência atrasa o credenciamento comercial?
Não — acelera. O dossiê completo sai em minutos; o que era semanas de conferência manual (ou nenhuma conferência) vira etapa automática do funil de canais, com aprovação expressa para candidatos sem red flags.
O KYP Kavuka está em conformidade com a LGPD?
Sim. O tratamento se apoia em bases legais adequadas (legítimo interesse e procedimentos preliminares ao contrato na avaliação do parceiro; obrigação legal nos vínculos regulados), utiliza fontes públicas ou legalmente permitidas e mantém trilha de auditoria. DPA disponível para clientes enterprise.
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