O que está público sobre eles conta uma história. Você sabe lê-la?
O OSINT Kavuka é a investigação digital com método: fontes abertas + os dados mais profundos do Brasil — societário, judicial e cadastral — num grafo só, com pivoteamento assistido e evidência preservada com cadeia de custódia.
- Minutos
- para o grafo de vínculos
- Abertas + Kavuka
- fontes integradas
- Cadeia de custódia
- evidência utilizável
- Método lícito
- documentado e auditável
Investigações em produção mapeando redes de fraude, clones de marca e infraestrutura digital — fontes abertas cruzadas com os dados Kavuka, com evidência preservada e método documentado.
Você está lutando contra uma rede com ferramentas de caso isolado.
A quadrilha tratada caso a caso
A fraude opera em rede — o mesmo e-mail em cinco golpes, o mesmo domínio reutilizado — mas é enxergada como dez eventos isolados, e a operação por trás segue funcionando.
Investigação em 40 abas
Coleta manual em dezenas de abas, prints soltos e achados sem padrão de documentação — trabalho que não escala e que, sem método, é juridicamente inútil.
A prova que existia e não foi preservada
A evidência estava em fonte aberta e não foi preservada a tempo, ou foi colhida sem governança — risco de prova ilícita e exposição à LGPD em vez de um caso sólido.
Custo O custo da inação é silencioso: a quadrilha que continua porque cada fraude foi tratada sozinha; o site-clone colhendo seus clientes por meses até a vítima avisar; e a prova que existia em fonte aberta, perdida porque ninguém a preservou com método.
De qualquer ponto à rede inteira, com método.
- 01
Parta
Comece de qualquer ponto: um nome, um CNPJ, um e-mail, um domínio ou um telefone.
- 02
Pivoteie
Pivoteamento assistido: as conexões sugeridas entre fontes abertas e os dados Kavuka — do e-mail ao domínio, do domínio à empresa.
- 03
Monte o grafo
A rede fica visível: pessoas, empresas e infraestrutura digital conectadas — a quadrilha enxergada como organização.
- 04
Documente
Cada achado preservado com fonte, data e método — evidência pronta para o jurídico, com cadeia de custódia.
O motor investigativo digital
Uma plataforma cruza fontes abertas com os dados mais profundos do Brasil e devolve a história montada: as entidades, as conexões e a evidência — pronta para decidir e para o processo.
Grafo de vínculos
Pessoas, empresas e infraestrutura conectadas
Pivoteamento assistido
Do e-mail ao domínio, do domínio à empresa
Dados profundos do Brasil
Societário, judicial e cadastral integrados
Pegada digital
Presença, atividade real e inconsistências
Proteção de marca
Clones, perfis falsos, anúncios e phishing
Infraestrutura digital
Domínios, e-mails e telefones reutilizados
Cadeia de custódia
Fonte, data e método preservados
Método lícito
Fontes legais, sem invasão nem engano
Quem investiga com o OSINT Kavuka
Times de Fraude & Segurança
O mapeamento da rede por trás dos casos: a quadrilha enxergada como organização, não como eventos soltos.
Due Diligence & Risco
A frente digital do dossiê: pegada, inconsistências entre o declarado e o observável, e conexões não óbvias.
Marketing & Jurídico de Marca
Varredura ativa de clones, perfis falsos, venda irregular e phishing usando sua identidade, com suporte ao takedown.
Jurídico & Recuperação de Ativos
Sinais públicos de patrimônio e atividade para o contencioso, com evidência em condições de uso processual.
O OSINT que o seu jurídico aprova
OSINT lícito não é sobre o que se pode encontrar — é sobre como se encontra. O método Kavuka opera apenas sobre fontes públicas ou legitimamente acessíveis, com finalidade legítima, conformidade LGPD e cada coleta documentada. A governança é o diferencial, não um anexo.
- Fontes públicas ou legitimamente acessíveis: nada de invasão de sistemas ou acesso não autorizado.
- Vedação a métodos intrusivos e de engano — sem perfis falsos (sock puppets) para extrair informação.
- Tratamento conforme a LGPD: finalidade legítima, minimização e bases legais adequadas.
- Cadeia de custódia por achado: fonte, data, método e preservação documentados.
- Apoio pericial quando o caso exigir, para uso processual da evidência.
O que parecia dez golpes isolados virou um grafo só: a mesma rede por trás de tudo. Aí a defesa deixou de ser reativa.
Encontramos três domínios-clone vendendo com a nossa marca antes de qualquer cliente reclamar. O takedown saiu na semana.
Pela primeira vez o achado chegou ao jurídico com fonte, data e método. Virou peça do processo, não print solto.
Traga um caso real. Montamos o grafo na sua frente.
Em uma demo investigativa ao vivo, você vê o pivoteamento e a rede acendendo sobre o seu próprio cenário.
- Exclusivo para empresas. Sem compromisso de contratação.
- Dados usados exclusivamente para contato comercial.
- Resposta de leads enterprise em até 1 dia útil.
O que é OSINT e como aplicá-lo com método
OSINT (Open Source Intelligence — Inteligência de Fontes Abertas) é a disciplina de coletar, conectar e analisar informações de fontes abertas — registros públicos, web, redes sociais, domínios e infraestrutura digital, vazamentos públicos, marketplaces e mídia — para transformar dados dispersos em inteligência acionável. Não é uma busca avulsa no Google: é um método que parte de um ponto qualquer (um nome, um CNPJ, um e-mail, um domínio) e pivoteia entre fontes até montar a história completa, com licitude e documentação em cada passo.
No portfólio Kavuka, o OSINT é o motor investigativo digital: a camada que a Due Diligence usa para aprofundar o dossiê, que o antifraude usa para mapear quadrilhas, e que a proteção de marca usa para encontrar o que circula sobre a empresa. Ele atua em cinco frentes — pessoas e empresas (pegada digital, presença real, inconsistências entre o declarado e o observável); infraestrutura digital (domínios, sites-clone, e-mails e telefones reutilizados); redes e quadrilhas (o grafo de relacionamentos que liga casos isolados numa operação); marca e produto (uso indevido, perfis falsos, venda irregular, phishing); e patrimônio e litígio (sinais públicos de patrimônio e atividade para o contencioso).
O grafo de vínculos é a linguagem da categoria: investigação se vende e se entende mostrando conexões, não listas. Ferramentas internacionais consagradas firmaram esse padrão de análise em grafo, com entidades conectadas por integrações de dados. Mas ferramenta sem dados é mapa sem território — e o diferencial do Kavuka está na integração nativa com os dados brasileiros mais profundos: societário, judicial e cadastral. É essa combinação de fontes abertas com a base local que faz o pivoteamento sair do raso (um perfil público) e chegar ao fundo (a empresa, o quadro societário, o vínculo não declarado). A IA assistindo o analista no pivoteamento é a fronteira: ela absorve a carga de varredura e sugere conexões, e o investigador foca no julgamento.
OSINT e legalidade não são opostos — mas a fronteira é estreita, e cruzá-la queima o caso. O OSINT lícito opera apenas sobre fontes públicas ou legitimamente acessíveis, sem invasão de sistemas e sem engano (nada de sock puppets, os perfis falsos de investigação), com finalidade legítima e conformidade LGPD. Acima de tudo, preserva a evidência com cadeia de custódia: fonte, data, método e preservação documentados, de modo que o achado em fonte aberta chegue ao jurídico em condições de uso processual. O resultado é o OSINT que o jurídico aprova: a triagem interna com método para os casos que mereciam, deixando a investigação externa apenas para o que exige trabalho de campo — e a história que estava pública, finalmente montada, com método e validade.
O que é OSINT?
OSINT é inteligência de fontes abertas: a coleta e análise estruturada de informações públicas — registros, web, redes sociais, domínios, mídia — para transformar dados dispersos em inteligência acionável, com método e licitude. No Kavuka, é a investigação digital que cruza fontes abertas com os dados mais profundos do Brasil num grafo só.
OSINT é legal?
Sim, quando feito certo: fontes públicas ou legitimamente acessíveis, sem invasão, sem engano (nada de perfis falsos), com finalidade legítima e conformidade LGPD. O método Kavuka documenta cada coleta — é o OSINT que o jurídico aprova, não a busca improvisada que queima o caso.
Qual a diferença entre OSINT, Background Check e Due Diligence?
O Background Check consulta bases estruturadas em escala; a Due Diligence é o dossiê analítico para decisões relevantes; o OSINT é a frente investigativa digital — a pegada, a infraestrutura e as conexões em fontes abertas. O OSINT alimenta os outros dois: é motor da Due Diligence e camada investigativa do antifraude.
Serve para encontrar sites e perfis falsos da minha marca?
Sim. A varredura de proteção de marca cobre domínios similares, perfis falsos, anúncios indevidos e phishing usando sua identidade, com monitoramento contínuo e suporte ao takedown — encontrando o clone antes do cliente lesado.
Os achados servem como prova?
A coleta segue cadeia de custódia: fonte, data, método e preservação documentados — o material chega ao jurídico em condições de uso processual, com apoio pericial quando o caso exigir. É a diferença entre um print solto e uma peça que sustenta o processo.
Como o OSINT enxerga uma quadrilha que opera em rede?
Pelo grafo de vínculos. Partindo de qualquer ponto — um e-mail, um domínio, um nome — o pivoteamento assistido conecta entidades entre fontes abertas e os dados Kavuka, e a rede aparece: o mesmo e-mail em vários golpes, o domínio reutilizado, o quadro societário compartilhado. A operação que parecia dez casos isolados vira uma organização visível.
Vocês oferecem como plataforma ou como serviço?
Os dois. A plataforma é o OSINT assistido sobre o grafo Kavuka e as fontes abertas, para times internos (assinatura por analista + volume). O serviço é a investigação OSINT entregue como dossiê, integrada à Due Diligence (sob demanda). A triagem interna fica com o método; o externo, só para o que exige campo.
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