GUÉP
Risk Assessment · Avaliação Estruturada de Risco

Sua política de risco existe. Ela opera?

O Risk Assessment Kavuka codifica sua política — critérios, réguas proporcionais, alçadas — e a alimenta com dados verificados em tempo real, da avaliação inicial à reavaliação contínua.

Matriz
vira configuração
Dados verificados
no lugar de questionário
Contínua
reavaliação por evento
Demonstrável
trilha para o regulador

Método em produção codificando políticas de risco de instituições financeiras e corporações — avaliações alimentadas por dados verificados, com trilha de auditoria por decisão.

Todo dia a distância entre a política aprovada no conselho e a decisão tomada na ponta custa caro.

A política que mora no PDF

A avaliação interna de risco exigida pela Circular 3.978 existe no papel, mas não há processo demonstrável — e decisões sem trilha deixam o risco aceito por ninguém.

Cada analista, uma régua

Avaliações por planilha, subjetivas e inconsistentes entre analistas: o mesmo risco passa numa área e trava noutra, e a reavaliação anual envelhece em semanas.

O risco que ninguém aceitou

Apetite de risco declarado sem instrumento para aplicá-lo e exposição agregada invisível — até o incidente chegar e ninguém saber quem aceitou o quê.

Custo O custo da inação é a inconsistência (o mesmo risco aceito numa área e recusado noutra), os apontamentos de auditoria pela falta de processo demonstrável e, o pior de todos, o risco aceito por ninguém — aquele que só aparece no incidente. Quanto vale a decisão que seu conselho aprovou e a sua ponta nunca operou?

Como funciona

Do apetite de risco à decisão na ponta — com método, dados e trilha.

  1. 01

    Codifique a política

    Taxonomia das categorias de risco da operação (crédito, fraude, compliance, operacional, reputacional, ESG) e a matriz de probabilidade × impacto com critérios objetivos por categoria.

  2. 02

    Alimente com dados

    Os motores de dados Kavuka substituem questionários e autoavaliação: a avaliação nasce de fontes verificadas, não da percepção do analista.

  3. 03

    Decida com governança

    Réguas proporcionais por classe de risco, alçadas e exceções documentadas: quem aceitou qual risco, quando e por quê.

  4. 04

    Monitore o portfólio

    Reavaliação disparada por evento (alertas dos motores) e por ciclo, com visão de exposição agregada — concentrações e tendências por categoria. O risco é filme, não foto.

Cobertura

A camada de método por trás de cada decisão

Enquanto o Risk Scoring é o motor que calcula, o Risk Assessment é o desenho da política — a matriz, os critérios, as réguas por categoria e a governança que tornam as decisões consistentes, defensáveis e auditáveis.

Taxonomia de risco

Categorias da operação e objetos avaliados

Matriz e critérios

Probabilidade × impacto, objetivos por categoria

Réguas proporcionais

Profundidade e frequência por classe de risco

Dados verificados

Motores Kavuka no lugar de questionário

Avaliação contínua

Reavaliação por evento e por ciclo

Exposição agregada

Concentrações e tendências por categoria

Alçadas e exceções

Quem aceitou, quando e por quê

Trilha de auditoria

Cada decisão com racional, fonte e data

Segmentos

Quem decide com o Risk Assessment Kavuka

Regulado

Instituições financeiras

Avaliação interna de risco da Circular BCB 3.978 operável e demonstrável, com classificação de clientes e reavaliação periódica documentada.

Terceiros

Corporações

Risco de terceiros como camada de método sobre KYS e KYP, além de projetos e entrada em novos mercados — a régua proporcional por criticidade nasce aqui.

Governança

GRC corporativo

A ponte entre o framework (COSO, ISO 31000) e a operação diária: o método que traz dados verificados em tempo real para dentro do programa de risco.

Aceitação

Seguradoras & Crédito

Políticas de aceitação consistentes entre canais, com critérios objetivos no lugar de avaliações que variam por analista.

Blindagem jurídica

A avaliação interna de risco que a Circular 3.978 exige — demonstrável

A abordagem baseada em risco é o coração da regulação moderna: a Circular BCB 3.978 exige avaliação interna de risco e classificação de clientes, a Lei Anticorrupção espera diligência proporcional ao risco do terceiro e os frameworks de GRC estruturam o processo. O Risk Assessment Kavuka torna a política executável e tratada para a LGPD desde o primeiro registro.

  • Avaliação interna de risco e classificação de clientes conforme a abordagem baseada em risco da Circular BCB 3.978.
  • Proporcionalidade como configuração: a régua de diligência exigida pela norma vira critério por classe de risco.
  • Diligência proporcional ao risco do terceiro, alinhada à Lei Anticorrupção e aos frameworks COSO e ISO 31000.
  • Trilha de auditoria por decisão: alçadas, exceções documentadas e quem aceitou qual risco, quando e por quê.
  • Tratamento sob a LGPD com fontes verificadas e legalmente permitidas; DPA disponível para clientes enterprise.
Quem já opera assim
Nossa política saiu do PDF e virou sistema. O mesmo risco que passava numa área e travava noutra hoje segue o mesmo critério em toda a operação.
Diretor de Risco (CRO) · instituição financeira
Pela primeira vez o comitê enxerga a exposição agregada por categoria. Decidir o apetite de risco deixou de ser uma conversa abstrata.
CFO · corporação de grande porte
A auditoria pediu o processo de avaliação interna de risco e nós mostramos a trilha completa: quem aceitou o quê, quando e com que base. Zero apontamentos.
Head de Compliance · instituição de pagamento

Veja sua política de risco rodando como sistema.

Em 15 minutos você vê a sua matriz real virar configuração, alimentada por dados verificados.

  • Exclusivo para empresas. Sem compromisso de contratação.
  • Dados usados exclusivamente para contato comercial.
  • Resposta de leads enterprise em até 1 dia útil.

Em 15 minutos você vê a plataforma em ação e recebe uma proposta para o seu volume.

O que é Risk Assessment e como operá-lo

Risk Assessment (Avaliação Estruturada de Risco) é a disciplina de avaliar riscos de forma estruturada e proporcional: identificar o que pode dar errado em cada relação ou decisão — cliente, fornecedor, parceiro, transação ou projeto —, medir probabilidade e impacto, classificar em categorias acionáveis e definir o tratamento: aceitar, mitigar, transferir ou recusar. É a camada de método da gestão de risco, distinta do número em si.

No portfólio Kavuka, o Risk Assessment é o desenho da política, enquanto o Risk Scoring é o motor que calcula. Aqui vivem a matriz de risco, os critérios objetivos por categoria, as réguas proporcionais e a governança que tornam as decisões consistentes, defensáveis e auditáveis. O método se organiza em cinco etapas: taxonomia das categorias de risco e dos objetos avaliados; matriz de probabilidade × impacto com critérios objetivos; réguas proporcionais que definem o que verificar, com que profundidade e frequência; avaliação contínua disparada por evento e por ciclo; e governança com alçadas, exceções documentadas e trilha de auditoria.

A abordagem baseada em risco é o coração da regulação moderna. A Circular BCB nº 3.978 exige avaliação interna de risco e classificação de clientes; a Lei Anticorrupção espera diligência proporcional ao risco do terceiro; e os frameworks de GRC — COSO e ISO 31000 — estruturam o processo corporativo. O problema universal é que a política existe no papel e morre na planilha: subjetiva, inconsistente entre analistas e defasada por uma reavaliação anual que envelhece em semanas. O Risk Assessment Kavuka resolve essa distância tornando a política executável.

O diferencial é alimentar a avaliação com dados verificados — os motores de dados da casa — em vez de questionários e autoavaliação: a avaliação que se atualiza sozinha. Do apetite de risco declarado no conselho à decisão tomada na ponta, com método, dados e trilha. O resultado é uma operação com decisões consistentes em toda a empresa, exposição agregada visível para o C-level, proporcionalidade aplicada por classe de risco e o processo demonstrável que a auditoria e o regulador esperam — sem o risco aceito por ninguém, aquele que só aparece no incidente.

Perguntas frequentes
Risk Assessment e Risk Scoring são a mesma coisa?

Não. O Risk Scoring é o motor quantitativo — o número em tempo real; o Risk Assessment é o método: a política, os critérios, as réguas e a governança que dizem o que fazer com o número. Juntos, formam a gestão de risco completa.

Atende à avaliação interna de risco da Circular 3.978?

Sim — com taxonomia, classificação de clientes, proporcionalidade e trilha demonstrável, além de reavaliação periódica documentada, conforme a abordagem baseada em risco da Circular BCB 3.978.

O Risk Assessment Kavuka substitui meu GRC?

Complementa. O GRC orquestra o programa corporativo; o Risk Assessment Kavuka traz o que falta a ele — dados verificados em tempo real no lugar de questionários e autoavaliação, integrando-se aos frameworks COSO e ISO 31000.

Como começa a implantação?

Com um workshop de codificação da política — taxonomia, matriz e réguas — e a conexão dos motores de dados Kavuka. As primeiras avaliações rodam em poucos dias, com Customer Success dedicado.

Serve para risco de terceiros?

Sim. É a camada de método sobre o KYS (fornecedores) e o KYP (parceiros): a régua proporcional por criticidade — o que verificar, com que profundidade e frequência — nasce aqui.

O que é matriz de risco e como ela vira operável?

A matriz cruza probabilidade × impacto para classificar cada risco. Ela vira operável quando os critérios deixam de ser subjetivos e passam a ser alimentados por dados verificados, com réguas que definem a diligência por classe e alçadas que registram quem aceita cada exceção.

Como o Risk Assessment garante decisões consistentes?

Porque a política deixa de viver no PDF e na planilha e passa a ser configuração: critérios objetivos, réguas proporcionais e alçadas aplicados igualmente em toda a operação, com reavaliação contínua e trilha completa de cada decisão.

Vamos conversar

A próxima decisão de alto impacto começa com os dados certos.

Converse com um especialista GUÉP e descubra onde a inteligência aplicada gera mais valor na sua operação.