O nome verdadeiro escrito diferente passa. O homônimo inocente trava. Seu screening faz os dois?
O Sanctions Screening Kavuka faz a triagem de clientes, contrapartes e transações contra todas as listas — internacionais (OFAC/SDN, ONU/CSNU, UE, UK) e brasileiras (CEIS, CNEP, CEPIM, TCU, Lista Suja, CNJ) — com matching por atributos de identidade reais e decisão no tempo da transação.
- Internacionais + nacionais
- numa esteira só
- Por identidade
- matching por atributos, não só nome
- A cada atualização
- base revarrida
- Tempo real
- decisão no fluxo da transação
Esteira em produção triando clientes, contrapartes e transações contra listas nacionais e internacionais — base revarrida a cada atualização de lista, com gestão de casos e trilha completa para o regulador.
Todo dia seu screening alaga a fila com homônimos — e deixa passar o nome verdadeiro escrito diferente.
O correspondente pedindo evidências
O bloqueio do CSNU é imediato e objetivo: a falha é enquadramento na Lei 9.613. O banco correspondente exige evidência do programa de sanções — ou faz o de-risking e corta a relação.
A fila de falsos positivos
O "Mohammed" bloqueado por sobrenome. O matching por igualdade de texto alaga a operação de homônimos e trava a transação internacional por dias na análise manual.
A Lista Suja fora do escopo
Listas internacionais sim, nacionais esquecidas. Contratar um sancionado do CEIS, CNEP ou da Lista Suja contamina a elegibilidade da própria empresa em licitações e financiamentos públicos.
Custo O custo da inação: o enquadramento na Lei 9.613 e nas resoluções de bloqueio do CSNU (responsabilização objetiva e pessoal de dirigentes); a perda de relações de correspondência bancária pelo de-risking que isola a instituição; e a contratação de sancionado nacional que contamina a elegibilidade da empresa em licitações e financiamentos públicos.
Da lista à decisão, no tempo da transação.
- 01
Cubra
Todas as listas — da OFAC à Lista Suja, internacionais e brasileiras — em alta frequência, com a base revarrida a cada atualização.
- 02
Compare
Entity matching com atributos de identidade dos dados Kavuka: documento, data de nascimento, endereço e vínculos — não só o nome.
- 03
Decida
No fluxo: aprovar, bloquear ou escalar — com a janela do Pix respeitada e aprovação automática para a base limpa.
- 04
Documente
Gestão de casos com contexto, decisão a quatro-olhos e trilha para o regulador e para o correspondente.
O motor por trás de cada triagem
Uma única consulta cruza listas nacionais e internacionais com os atributos de identidade dos dados Kavuka e devolve um alerta com probabilidade real — pronto para automatizar a decisão.
Listas internacionais
OFAC/SDN, ONU/CSNU, União Europeia, UK HMT
Listas brasileiras
CEIS, CNEP, CEPIM, TCU, Lista Suja, CNJ
Entity matching
Fuzzy calibrável, transliteração e atributos de identidade
Triagem de transações
Contrapartes verificadas na janela do Pix
Monitoramento contínuo
Base revarrida a cada atualização de lista
Gestão de casos
Fila de alertas com contexto e quatro-olhos
Trilha e evidência
Decisão documentada, exportável ao correspondente
Motor de decisão
Sensibilidade calibrável por lista e por risco
Quem decide com o Sanctions Screening Kavuka
Bancos, Fintechs & Remessas
A obrigação central de PLD/FT e a exigência dos bancos correspondentes por um programa de sanções com evidência.
Pagamentos & Adquirência
Contrapartes em volume e velocidade, triadas no fluxo, com decisão dentro da janela da transação.
Exportadores & Importadores
Triagem contra sanções de destino e de contraparte, antes de a transação internacional travar na análise.
Compras Corporativas
Screening de fornecedores contra CEIS, CNEP e Lista Suja — a camada que alimenta o KYS e protege a elegibilidade da empresa.
A esteira que o seu programa de sanções exige
O Sanctions Screening Kavuka foi desenhado para o regime de bloqueio imediato do CSNU e para a abordagem baseada em risco da Lei 9.613 e das resoluções do COAF, e tratado para a LGPD desde o primeiro registro. A evidência não é um relatório no fim — é a forma como a esteira opera.
- Bloqueio imediato de ativos de sancionados pelo CSNU, conforme a Lei 9.613 e as resoluções de bloqueio do COAF.
- Cobertura nacional tratada como cidadã de primeira classe: CEIS, CNEP, CEPIM, inidôneos do TCU, Lista Suja e indisponibilidades do CNJ.
- Decisão a quatro-olhos e gestão de casos com contexto — evidência exportável para bancos correspondentes.
- Trilha de auditoria por alerta: cada decisão com racional, lista, atributo de match e data.
- Fontes públicas ou legalmente permitidas; criptografia em trânsito e em repouso.
A fila de falsos positivos encolheu drasticamente: o homônimo sai sozinho por data de nascimento, e o analista só vê o match com probabilidade real.
O banco correspondente pediu evidência do programa de sanções. Exportamos a trilha completa de cada alerta. A relação seguiu.
Antes triávamos só as listas internacionais. Hoje o fornecedor passa por CEIS, CNEP e Lista Suja antes de assinar — a elegibilidade nas licitações deixou de ser uma aposta.
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O que é Sanctions Screening e como fazê-lo com precisão
Sanctions Screening (triagem de sanções) é a triagem sistemática de pessoas, empresas e transações contra listas de sanções e restrições. De um lado estão as internacionais — a OFAC/SDN dos Estados Unidos, as listas da ONU/CSNU, da União Europeia e do UK HMT; de outro, as brasileiras, frequentemente esquecidas: o CEIS e o CNEP (empresas inidôneas e punidas), o CEPIM, os inidôneos do TCU, a Lista Suja do trabalho escravo e as indisponibilidades de bens do CNJ. Triar é comparar cada nome, documento e contraparte contra essa malha de listas e decidir, com evidência, se há um match que exige bloqueio, escalada ou aprovação.
A obrigação tem dois motores. O primeiro é o regime de PLD/FT: a Lei nº 9.613/1998 e as resoluções do COAF exigem o bloqueio imediato e objetivo de ativos de pessoas e entidades sancionadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) — aqui a falha não é negligência discutível, é enquadramento. O segundo é a integridade comercial: contratar um sancionado nacional contamina a elegibilidade da própria empresa em licitações, financiamentos públicos e na cadeia de grandes compradores. Há ainda a pressão do banco correspondente, que exige evidência do programa de sanções e faz o de-risking — cortando a relação — quando o screening é fraco.
O desafio técnico que define a categoria é a precisão do matching. Nomes transliterados de outros alfabetos, grafias variantes, apelidos e empresas de fachada exigem entity matching inteligente. O screening ruim falha dos dois lados: ou alaga a operação de falsos positivos — o homônimo inocente bloqueado por sobrenome, a fila que trava a transação internacional por dias — ou deixa passar o nome verdadeiro escrito diferente, o falso negativo clássico de quem compara por igualdade de texto. A guerra declarada da categoria é o falso positivo: todo benchmark publicado pelos incumbentes globais (LSEG World-Check, ComplyAdvantage) é de redução de fila.
A vantagem do Kavuka é estrutural: a precisão se constrói com identidade, não com nome. Os dados brasileiros da casa — CPF/CNPJ, data de nascimento, endereço e vínculos societários — alimentam o matching por atributos, descartam o homônimo automaticamente e calibram a sensibilidade por lista e por risco. A cobertura nacional (CEIS, CNEP, Lista Suja, CNJ) é tratada como cidadã de primeira classe, e não como exótica. O tempo real é requisito, não diferencial: a decisão sai na janela do Pix, com aprovação automática para a base limpa, escalada imediata para o match provável, a base inteira revarrida a cada atualização de lista e a decisão documentada em cada caso — para o regulador e para o correspondente.
Quais listas são cobertas?
As internacionais — OFAC/SDN, ONU/CSNU, União Europeia e UK HMT — e as brasileiras: CEIS, CNEP, CEPIM, inidôneos do TCU, Lista Suja do trabalho escravo e indisponibilidades de bens do CNJ, entre outras. A atualização é em alta frequência, com revarredura da base a cada mudança.
Como vocês reduzem falsos positivos?
Matching por identidade, não por nome. Os atributos dos dados Kavuka — documento, data de nascimento, endereço e vínculos — descartam o homônimo automaticamente e calibram a sensibilidade por lista e por risco. A fila passa a receber alertas com probabilidade real, não nomes parecidos.
E o nome sancionado escrito diferente?
O matching cobre transliterações, grafias variantes e apelidos conhecidos das listas — o falso negativo clássico do screening por igualdade de texto. O nome verdadeiro escrito diferente acende; o homônimo sai da fila sozinho.
O screening funciona no tempo do Pix?
Sim. A decisão sai na janela da transação, com aprovação automática para a base limpa e escalada imediata para o match provável — sem travar a operação na análise manual.
Serve para triagem de fornecedores?
Sim. O mesmo motor roda sobre a base de fornecedores contra CEIS, CNEP e Lista Suja, alimentando a esteira de KYS (Know Your Supplier): a empresa que contrata um sancionado contamina a própria elegibilidade em licitações e financiamentos.
Como provo o programa de sanções ao banco correspondente?
Cada alerta tem gestão de casos com contexto, decisão a quatro-olhos e trilha completa — racional, lista, atributo de match e data. A evidência é exportável diretamente para o correspondente, que assim mantém a relação em vez de fazer o de-risking.
Qual a diferença entre Sanctions Screening, PEP e KYC?
O KYC é a esteira de entrada e manutenção de clientes (identidade + risco). O screening de PEP identifica pessoas politicamente expostas e seus vínculos. O Sanctions Screening tria contra listas de sanções e restrições. Na plataforma Kavuka, sanções e PEP rodam na mesma esteira de PLD/FT e se vendem como par.
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