O seu próximo cliente pode nunca ter existido.
A IA generativa industrializou a fraude de identidade: até 80% da fraude de novas contas já é sintética, e os deepfakes cresceram 830% no Brasil em um ano. O Kavuka detecta a identidade sem passado: lastro de vida, grafo de vínculos, forense documental e defesa anti-deepfake.
- Segundos
- lastro de identidade medido
- Toda a base
- grafo de vínculos
- Injeção + apresentação
- liveness anti-deepfake
- Pré-estouro
- padrão de maturação monitorado
Detecção em produção sobre carteiras de crédito, bancos digitais e marketplaces — lastro de identidade medido nos dados mais profundos do Brasil, com grafo de vínculos acendendo a fábrica inteira.
Quanto da sua "inadimplência" nunca foi inadimplência?
O Frankenstein digital
CPF real, nome alterado, histórico fabricado: a identidade que constrói crédito por meses e estoura de uma vez — para alguém que nunca existiu.
A fraude sem vítima
Ninguém contesta a fatura de quem não existe; a perda entra no balanço como inadimplência e a causa raiz nunca é tratada.
A fábrica de rostos
Deepfakes cresceram 830% no Brasil em um ano; documentos e selfies gerados por IA derrotam o KYC tradicional na porta de entrada.
Custo Até 80% da fraude de novas contas já é identidade sintética, com perdas globais estimadas entre US$ 20 e 40 bilhões por ano e mais de US$ 3,3 bilhões de exposição só em lenders americanos. No Brasil, os deepfakes cresceram 830% em doze meses. Quanto da sua "inadimplência" nunca foi inadimplência?
Da identidade fabricada ao alerta antes do estouro.
- 01
Meça o lastro
A profundidade da identidade nos dados brasileiros: a vida real deixa anos de rastro; a identidade fabricada ontem, não.
- 02
Cruze o grafo
Telefones, endereços, dispositivos e padrões compartilhados revelam a fábrica inteira — não só a peça isolada.
- 03
Examine o artefato
Forense documental + liveness com detecção de injeção e de apresentação contra deepfakes e documentos gerados por IA.
- 04
Vigie a maturação
O padrão temporal da sintética monitorado por ML até o alerta pré-estouro — antes de a conta sacar tudo e sumir.
O motor por trás da detecção
Seis camadas que o KYC tradicional não tem cruzam dados, vínculos, artefatos e comportamento — e devolvem o que a identidade fabricada não consegue simular: passado.
Lastro de identidade
Profundidade nos dados brasileiros
Grafo de vínculos
Telefones, endereços e dispositivos compartilhados
Forense documental
Fontes, microimpressões e consistência física
Anti-deepfake
Liveness com detecção de injeção e apresentação
Comportamento na sessão
Biometria comportamental e sinais robóticos
ML de maturação
Ciclo de vida da sintética e alerta pré-estouro
Motor de decisão
Score e políticas configuráveis por safra
Integração antifraude
Nativa com Onboarding Digital e Fraud Prevention
Quem decide com a detecção Kavuka
Crédito, BNPL & Cartões
O alvo clássico do bust-out: a sintética constrói limite e estoura. Gatilho: perda anômala em safras novas e "inadimplência" precoce.
Bancos & Pagamentos
Sintéticas como contas-laranja de lavagem e abertura em massa via emuladores. Gatilho: exigência de PLD e onda de aberturas suspeitas.
Bets & Marketplaces
Multi-contas para abuso de bônus e promoções — sintéticas descartáveis em escala. Gatilho: custo de promoções explodindo.
Telecom & Benefícios
Habilitação fraudulenta de linhas (insumo de outras sintéticas) e fraude em programas e benefícios. Gatilho: inadimplência de habilitação e auditoria de integridade.
Detecção que o seu compliance pode defender
A detecção de identidade sintética foi desenhada para a LGPD desde o primeiro registro e para a explicabilidade que o regulador exige. Quando perguntarem "como essa conta foi aberta?", a resposta vem com racional, fonte e data — separando a fraude do crédito no balanço.
- Bases legais adequadas: obrigação legal nos setores regulados; legítimo interesse e prevenção à fraude nos demais.
- Explicabilidade do score: cada decisão de risco com racional, sinais acionados e camada de origem.
- Integração nativa com a esteira de PLD/FT e com o manual de prevenção à fraude.
- Trilha de auditoria por cadastro: fonte, data e o porquê do bloqueio ou da aprovação.
- Fontes públicas ou legalmente permitidas; criptografia em trânsito e em repouso.
Rodamos o diagnóstico e descobrimos que parte relevante da nossa "inadimplência" de safras novas nunca foi crédito — era fraude sintética não diagnosticada.
O grafo de vínculos acendeu uma fábrica inteira: o mesmo telefone em 14 cadastros, um dispositivo que abriu 9 contas. Desmontamos na base, não uma a uma.
O liveness barrou uma injeção de vídeo ao vivo na nossa demo. Era exatamente o ataque que o nosso controle anterior não pegava.
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O que é fraude de identidade sintética
A identidade sintética é o Frankenstein do crime digital: uma identidade fabricada que combina dados reais e fictícios — um CPF verdadeiro com nome alterado, telefone e e-mail novos, endereço falso e um histórico construído pacientemente. Diferente do roubo de identidade clássico, não existe vítima para reclamar: ninguém recebe a fatura indevida, ninguém contesta. A identidade sintética abre contas, constrói crédito e reputação por meses — e então "estoura" (o bust-out): saca tudo, some, e a empresa descobre que emprestou para alguém que nunca existiu.
Por que isso virou A ameaça? Porque a IA generativa industrializou a fabricação de identidades. Estimativas apontam que até 80% da fraude de novas contas já é dirigida por identidades sintéticas, com perdas globais entre US$ 20 e 40 bilhões por ano. A Sumsub registrou crescimento de mais de 300% na fraude com documentos sintéticos em um ano, e os deepfakes saltaram de 500 mil arquivos em 2023 para 8 milhões projetados em 2025, já respondendo por cerca de 40% das tentativas de fraude biométrica. O Brasil está no epicentro: aumento de 830% nos casos de deepfake em doze meses, concentrando quase metade dos casos de manipulação facial da América Latina.
A detecção funciona em camadas que o KYC tradicional não tem. A consistência de identidade pergunta se o CPF, o nome, a data de nascimento e o histórico fecham — ou se a identidade não tem passado, com telefone de três dias de vida e e-mail que nunca apareceu. O grafo de vínculos revela a linha de produção: o mesmo telefone em 14 cadastros, o mesmo endereço de 40 "pessoas", o dispositivo que já criou 9 contas. A forense documental compara fontes, microimpressões e consistência física contra documentos gerados por IA. O liveness com detecção de injeção e de apresentação enfrenta o deepfake injetado na câmera e a tela filmada. A biometria comportamental capta o preenchimento robótico e o "candidato" consultando outra tela. E o ML de maturação aprende o ciclo de vida da sintética, do sono que constrói limite ao comportamento típico do pré-estouro.
A síntese é simples: a identidade que não viveu não passa. A vida real deixa anos de lastro — vínculos, histórico e consistência temporal — que a identidade fabricada ontem não consegue simular, por mais perfeitos que sejam seus documentos. O diferencial do Kavuka é a profundidade de dados brasileiros para medir esse lastro como ninguém, somada ao grafo de vínculos nacional, à forense documental brasileira e à defesa anti-deepfake. O resultado é o diagnóstico correto: a sintética barrada na porta, a fábrica desmontada na base, o alerta antes do estouro — e a perda finalmente com o nome certo, fraude tratada como fraude e crédito tratado como crédito.
O que é fraude de identidade sintética?
É a fraude com identidades fabricadas: dados reais (como um CPF válido) combinados com dados fictícios (nome, contato, endereço) e, cada vez mais, rostos e documentos gerados por IA. A identidade abre contas, constrói crédito e "estoura" — sem nenhuma vítima real para contestar.
Qual a diferença para o roubo de identidade?
No roubo, existe uma vítima real que recebe a fatura e reclama — a detecção vem da contestação. Na sintética, a "pessoa" não existe: ninguém reclama, e a perda se disfarça de inadimplência por meses ou anos.
Por que meu KYC tradicional não detecta?
Porque a sintética é construída para passar nele: o CPF é real, o documento é convincente (ou gerado por IA) e a selfie pode ser um deepfake. A detecção exige camadas que o KYC clássico não tem: lastro de identidade, grafo de vínculos, forense documental e anti-deepfake.
O que é "lastro de identidade"?
É a profundidade do rastro que uma vida real deixa nos dados ao longo dos anos — vínculos, histórico, consistência temporal. A identidade fabricada ontem não tem esse lastro, por mais perfeitos que sejam seus documentos. O Kavuka mede esse lastro nos dados brasileiros mais profundos do mercado.
Como funciona a defesa contra deepfakes?
Em duas frentes: detecção de apresentação (a foto, tela ou máscara mostrada à câmera) e detecção de injeção (o vídeo sintético injetado diretamente no fluxo da câmera, sem passar pela lente) — a técnica que mais cresce e que o liveness simples não pega.
Como sei se minha "inadimplência" esconde fraude sintética?
Sinais típicos: perda concentrada em safras novas, devedores que somem sem qualquer contato, limites maximizados rapidamente antes do default. O diagnóstico Kavuka roda uma amostra da carteira e separa o que é crédito do que nunca foi.
Isso se integra ao meu onboarding atual?
Sim — a detecção roda dentro da esteira de Onboarding Digital e KYC Kavuka, ou via API sobre o seu fluxo atual, em tempo real, sem fricção adicional para os clientes legítimos.
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Investigação e validação de pessoa ou empresa: antecedentes, processos, score de crédito, histórico profissional, mídia negativa e redes sociais.
Due Diligence
Investigação aprofundada antes de fusões, aquisições, investimentos e parcerias — financeira, jurídica, trabalhista e tributária.
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Prevenção à fraude com IA antifraude, biometria, device fingerprint e behavior analytics.
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