GUÉP
TMS · Transportation Management System

Sua operação de transporte roda em quatro sistemas que não conversam. E o risco mora nas frestas.

O TMS Kavuka roda a operação inteira — frete, CT-e, MDF-e, CIOT, averbação automática e torre de controle — com o que nenhum outro TMS tem: a inteligência de risco nativa. A transportadora passa pelo KYB, o motorista pelo Driver Score e a viagem pelo Cargo Intelligence, tudo dentro do fluxo de contratação.

CT-e · MDF-e · CIOT
emitidos no fluxo
100%
averbação automática
Frete vs. contrato
auditoria automática
1 sistema
no lugar de quatro

Esteira que roda a operação completa de embarcadores e transportadoras — do pedido à entrega comprovada, com CT-e, MDF-e, CIOT e averbação automática no fluxo e a inteligência de risco da plataforma embutida em cada contratação.

Sua operação está espalhada em planilhas, WhatsApp e quatro sistemas que não conversam — e o risco mora exatamente aí.

A averbação esquecida

A cobertura que depende da memória de alguém é a que o sinistro descobre que faltou. Carga roubada, viagem não averbada, seguradora isenta — e o prejuízo é todo seu.

O vazamento de frete que ninguém audita

Cobranças pagas sem conferência contra o contrato sangram de 2% a 5% do custo de frete — silenciosamente, todo mês, sem aparecer em relatório nenhum.

O terceiro contratado no escuro

Transportadora agregada na Lista Suja ou no CEIS, motorista sem verificação, PGR descumprido: o risco trabalhista, criminal e reputacional carregando a sua carga, com o seu nome.

Custo O Brasil registra mais de 8.500 roubos de carga por ano, perto de R$ 1 bilhão em prejuízo — e a maior parte da exposição vem da operação fragmentada que não enxerga o risco que carrega: a averbação esquecida vira sinistro sem cobertura, a auditoria inexistente vira sobrepagamento sistemático, e o terceiro sem verificação vira passivo trabalhista e reputacional.

Como funciona

Da contratação à entrega, num sistema só — com o risco sob controle.

  1. 01

    Contrate com verificação

    A transportadora passa pelo KYB, o motorista pela esteira do Driver Score e o screening (CEIS/Lista Suja) roda automático — antes de qualquer carga sair.

  2. 02

    Opere no fluxo

    Frete, CT-e, MDF-e, CIOT, EDI e averbação de seguro automática antes do início da viagem — a burocracia e a cobertura sem etapas manuais.

  3. 03

    Acompanhe na torre

    Viagens, ocorrências, SLAs e indicadores em tempo real, com os alertas do RMS e da telemetria integrados — fim da visibilidade por telefonema.

  4. 04

    Audite e melhore

    Conferência automática de cada cobrança contra contratos, tabelas e o realizado da viagem — divergências viram apontamentos antes do pagamento.

Cobertura

O sistema operacional do transporte

Cada módulo entrega uma etapa da operação no mesmo fluxo — e a inteligência de risco da plataforma vive dentro deles, não num sistema paralelo.

Planejamento e frete

Cotação, contratação, tabelas e simulação de custo

Documentos fiscais

CT-e, MDF-e, CIOT e EDI no fluxo

Averbação e seguro

Averbação automática antes da viagem

Torre de controle

Viagens, ocorrências, SLAs e alertas em tempo real

Auditoria de frete

Conferência de cobranças contra contrato

KYB de transportadoras

Situação, sócios, processos e CEIS/Lista Suja

Driver Score

Esteira de verificação do motorista

Cargo Intelligence

Risco da viagem avaliado no fluxo

Segmentos

Quem opera com o TMS Kavuka

Embarcador

Indústria, Varejo e Agro

A torre de controle sobre frota própria e terceiros, com a contratação verificada e a auditoria de frete que estanca o vazamento.

Transportador

Transportadoras e Operadores Logísticos

O sistema operacional completo, do frete ao fiscal — CT-e, MDF-e, CIOT e averbação num fluxo só.

Sazonal

Agro e Granéis

A safra que exige contratar terceiros em escala — com a verificação rodando na velocidade da carga.

Last mile

E-commerce e Distribuição

O last mile com SLA e ocorrências sob controle, da expedição à entrega comprovada.

Blindagem jurídica

Conformidade fiscal, cobertura garantida e terceiros documentados

No transporte, o risco não é só operacional — é jurídico e securitário. O TMS Kavuka foi desenhado para que a conformidade não dependa de memória: o fiscal impecável é o bilhete de entrada, a averbação garante a cobertura e a gestão de terceiros documenta a sua defesa.

  • Gestão documental fiscal completa: CT-e, MDF-e, CIOT e EDI emitidos e geridos no fluxo, sem sistema paralelo.
  • Averbação automática e integrada antes do início de cada viagem — a cobertura que nunca depende de alguém lembrar.
  • Gestão de terceiros documentada: KYB de transportadoras e screening (CEIS/Lista Suja) registrados por contratação, defesa contra a Súmula 331 na terceirização.
  • Conformidade com o PGR: a verificação registrada que evita o descumprimento que isenta a seguradora no sinistro.
  • Trilha de auditoria por viagem e por cobrança: cada decisão com fonte, racional e data; fontes públicas ou legalmente permitidas e criptografia em trânsito e em repouso.
Quem já opera assim
Passamos a operar num sistema só. O CT-e, o rastreamento, a averbação e o risco deixaram de morar em quatro telas — e a planilha que costurava tudo sumiu.
Diretor de Logística · indústria de alimentos
A auditoria de frete se pagou no primeiro mês. Divergências de cobrança que ninguém via viraram apontamento antes do pagamento.
CFO · operador logístico
Nenhum terceiro carrega com o nosso nome sem passar pelo KYB e pelo screening. A averbação parou de ser uma aposta na memória.
Gerente de Riscos e Seguros · varejista

Veja sua operação rodando num sistema só — com o risco sob controle.

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O que é um TMS e por que o risco precisa morar dentro dele

TMS (Transportation Management System — Sistema de Gestão de Transporte) é o sistema operacional da operação de transporte: planejamento e contratação de fretes, roteirização, gestão documental fiscal (CT-e, MDF-e, CIOT, EDI), averbação automática de seguro, gestão de ocorrências, auditoria de frete e a torre de controle das viagens. Ele responde às perguntas que definem a logística: quem leva a carga, por qual rota, a que custo, com qual documento fiscal, sob qual cobertura — e como provar que tudo foi cumprido.

No Brasil, a operação típica de transporte raramente vive num sistema só. A stack comum soma um TMS para o frete e o fiscal, um sistema de rastreamento (Sascar, Onix Sat, Omnilink, Autotrac), uma gerenciadora de risco (Buonny, GRSA, Opentech) e uma seguradora — quatro sistemas que não conversam, costurados por planilhas e WhatsApp. O fiscal brasileiro é o bilhete de entrada de qualquer TMS: sem CT-e, MDF-e e CIOT impecáveis não há operação. Mas o fiscal perfeito não enxerga o risco que a carga carrega — e é nas frestas entre esses sistemas que o risco mora: a averbação esquecida, o frete pago sem conferência, o terceiro contratado sem verificação.

O diferencial do TMS Kavuka é estrutural: enquanto o TMS tradicional gerencia o fluxo, o Kavuka embute a inteligência de risco da plataforma dentro do fluxo. A transportadora contratada passa pelo KYB (situação, quadro societário, processos, CEIS e Lista Suja); o motorista pela esteira do Driver Score; a viagem pelo Cargo Intelligence; e o seguro pela averbação automática que nunca esquece. Não é um sistema paralelo de risco plugado por integração frágil — é a verificação nativa, dentro da contratação, antes de a carga sair. O TMS deixa de ser o sistema que apenas registra a operação e vira o sistema que a protege.

Na prática, isso transforma três pontos de dor crônica em controle. A averbação por memória vira averbação automática antes da viagem — sempre, sem depender de ninguém lembrar. O frete pago no escuro vira auditoria automática contra o contrato, estancando o vazamento silencioso de 2% a 5% que ninguém vê e entregando o ROI mais rápido e demonstrável do produto. E a transportadora ou o motorista contratados às cegas viram contratação verificada e documentada, com a ponte natural para o RMS Kavuka na mesma plataforma. O resultado é o TMS que opera E protege: um sistema em vez de quatro, a cobertura que nunca falha, o vazamento estancado e cada terceiro verificado antes de carregar com o seu nome.

Perguntas frequentes
O TMS Kavuka emite CT-e, MDF-e e CIOT?

Sim. A gestão documental fiscal completa do transporte rodoviário roda no fluxo, com EDI para integração com embarcadores e a averbação de seguro automática antes do início de cada viagem.

O que é a "inteligência de risco embutida"?

É a verificação nativa em cada contratação: a transportadora terceira passa pelo motor KYB (situação, sócios, processos, CEIS/Lista Suja), o motorista pela esteira do Driver Score e a viagem recebe o Cargo Intelligence — sem sair do fluxo, sem sistema paralelo.

Como funciona a auditoria de frete?

Cada cobrança é conferida automaticamente contra contratos, tabelas e o realizado da viagem — divergências viram apontamentos antes do pagamento. É o módulo com ROI mais rápido do produto, costuma se pagar logo nos primeiros meses.

Integra com rastreadores e gerenciadoras de risco existentes?

Sim. A torre de controle recebe os sinais dos principais rastreadores do mercado e conversa com o RMS Kavuka nativamente. A migração pode ser gradual, módulo a módulo, sem parar a operação.

Serve para embarcador ou para transportadora?

Os dois. O embarcador usa a torre de controle, a contratação verificada e a auditoria de frete; a transportadora usa a operação completa, do frete ao fiscal. Os módulos se compõem por perfil.

O que acontece se a averbação não for feita?

Sem averbação, a viagem segue sem cobertura e o sinistro descobre a falha tarde demais — a seguradora se isenta e o prejuízo é do contratante. No TMS Kavuka a averbação é automática e integrada antes do início da viagem, eliminando essa dependência da memória.

Qual a diferença entre o TMS e o RMS Kavuka?

O TMS é o sistema operacional do transporte (frete, fiscal, torre, auditoria) com a verificação embutida na contratação. O RMS (Risk Management System) é a camada de gerenciamento de risco do transporte de cargas. São o par natural: o TMS opera e o RMS aprofunda o controle de risco, na mesma plataforma.

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