GUÉP
Workflow Automation · Orquestração de Processos

Orquestração de ponta a ponta: pessoas, sistemas, robôs e agentes num fluxo só — com SLA que se cobra e trilha que se prova.

O Workflow Kavuka transforma o processo que vive no e-mail e na planilha em um fluxo regido: o dono desenha no low-code, a tarefa chega à pessoa certa com contexto e prazo, o atraso escala sozinho e os motores da plataforma executam as etapas — tudo com a trilha nascendo pronta.

Low-code
desenho pelo dono do processo
SLA
escalonamento automático
APIs · RPA · agentes
como executores do fluxo
Por instância
trilha completa de auditoria

Fluxos em produção regendo aprovações, esteiras de cliente e processos regulados — a tarefa certa na mão certa, com SLA monitorado e trilha completa por instância.

Seu processo mais crítico roda por e-mail. E ninguém sabe onde o caso parou.

A aprovação que dormiu na caixa de entrada

A aprovação para na caixa de quem viajou, o lead time ninguém mede e o cliente espera sem resposta — o processo vive no e-mail e na planilha de controle.

O 'onde está o caso?'

A instância sem rastreio: o time não sabe onde o caso parou, o cliente cobra e o gestor persegue thread por thread para reconstruir o status.

O processo que mora na cabeça de quem saiu

A alçada pulada sem registro, a exceção sem trilha e o conhecimento na memória das pessoas — o processo certificado no papel e improvisado na prática quebra quando elas saem.

Custo O processo por e-mail cobra em lead time (a aprovação que dorme), em risco (a alçada pulada sem registro) e em conhecimento (o processo que mora na cabeça de quem pode sair amanhã). E há o custo de auditoria: reconstruir a evidência de um fluxo informal custa mais que tê-lo regido desde o início.

Como funciona

Do processo no e-mail ao fluxo regido, em quatro passos.

  1. 01

    Desenhe

    O processo modelado visualmente: etapas, regras, alçadas e prazos — pelo dono do processo, com a governança da TI.

  2. 02

    Conecte

    APIs, robôs (RPA), agentes e os motores Kavuka como executores das etapas — o sistema chamado, o legado operado, a inteligência convocada.

  3. 03

    Rode

    A tarefa roteada com contexto e prazo; o SLA monitorado por etapa; o atraso escalando sozinho conforme a regra do fluxo.

  4. 04

    Meça e melhore

    Tempos, gargalos, volumes e a trilha completa por instância — o processo auditável que aprende e melhora.

Cobertura

O motor por trás de cada processo

Um único fluxo rege etapas humanas e automáticas, chama os executores certos em cada trecho e devolve a instância rastreada, medida e auditável de ponta a ponta.

Desenho low-code

Etapas, regras, alçadas e prazos visuais

Roteamento e tarefas

A tarefa certa, na mão certa, com contexto

SLA e escalonamento

Prazo por etapa; o atraso escala sozinho

Integração via API

Sistemas chamados no momento certo

Robôs e agentes

RPA no legado, agente de IA na análise

Motores Kavuka nativos

Verificação, decisão e documento sem costura

Medição de processo

Tempos, gargalos e volumes por fluxo

Trilha por instância

Quem, o quê, quando e com que base

Segmentos

Quem rege processos com o Workflow Kavuka

Porta universal

Aprovações e alçadas

Compras, contratos, descontos e exceções — o caso clássico que toda empresa tem e que mais sofre no e-mail.

Esteira de cliente

Onboarding e atendimento

Onboarding, crédito, sinistro e atendimento — o fluxo com SLA visível para o time e para o cliente.

Compliance

Processos regulados

A evidência por instância que a auditoria e a certificação pedem, com alçadas impostas pelo fluxo.

Portfólio

Orquestração dos motores Kavuka

O workflow regendo verificação, decisão e documento dentro do processo do cliente, com os executores da casa.

Blindagem jurídica

A trilha que a sua auditoria exige — nascida pronta

No Workflow Kavuka, conformidade não é um relatório no fim: é a forma como o fluxo opera. Cada instância nasce com a evidência, as alçadas são impostas pelo processo e a exceção fica registrada — em vez de reconstruída em uma semana de mineração de threads.

  • Trilha completa por instância: quem aprovou, o quê, quando e com que base — em cada etapa.
  • Alçadas e segregação de funções impostas pelo fluxo, não pela disciplina das pessoas.
  • Evidência de auditoria nativa: a comprovação do processo é uma consulta, não uma reconstrução.
  • Registro de exceções e desvios: todo caso fora do padrão fica documentado com racional.
  • Conhecimento codificado no fluxo: o processo sobrevive ao turnover, sem depender da memória de ninguém.
Quem já opera assim
A pergunta "onde está o caso?" virou um clique. O lead time da aprovação caiu de dias para horas e parou de dormir na caixa de quem viajou.
COO · empresa de serviços B2B
A última auditoria foi uma consulta, não uma reconstrução. Cada instância já nascia com quem aprovou, quando e com que base.
Diretora de Compliance · operação regulada
Desenhamos o fluxo de exceções sem abrir chamado para a TI. O processo deixou de morar na cabeça de duas pessoas e virou da empresa.
Gerente de Operações · indústria

Traga o processo do e-mail: devolvemos ele desenhado, regido e medido — em uma semana.

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O que é Workflow Automation e como orquestrar processos

Workflow Automation é a orquestração do processo de ponta a ponta: o fluxo desenhado — etapas, regras, responsáveis e prazos — e executado pela plataforma. É a tarefa roteada para a pessoa certa, o sistema chamado via API no momento certo, o robô acionado no trecho de legado, o agente convocado na etapa que exige inteligência e o SLA monitorado com escalonamento automático. Em vez de um processo que vive no e-mail e na planilha de controle, você tem um fluxo regido, rastreável e medido — a tarefa certa, na mão certa, no prazo certo, com a prova de tudo.

É o BPM da era moderna, sobre três pilares. Low-code: o dono do processo desenha o fluxo visualmente, enquanto a TI governa integrações, permissões e padrões — o modelo que escala sem virar fila de demandas para o desenvolvimento. Integrado: APIs, RPA (robôs que operam o legado pela tela) e agentes de IA são os braços executores do fluxo, cada um chamado no trecho em que é o melhor executor. E medido: cada processo tem seus tempos, gargalos, volumes e evidências, transformando a operação de uma caixa-preta dependente de memória em um sistema auditável e melhorável.

Vale distinguir as três camadas que costumam ser confundidas. O Workflow rege o processo: define etapas, pessoas, prazos e regras. O RPA é o braço que opera sistemas de legado pela tela, automatizando tarefas repetitivas onde não há API. O agente de IA é o executor inteligente das etapas que exigem análise, leitura de documento e planejamento. O fluxo orquestra; robôs e agentes executam — e os três se complementam: nenhum substitui o outro, mas juntos transformam um processo manual e disperso em uma esteira completa e governada.

No portfólio Kavuka, o Workflow é o tecido conjuntivo: a esteira de onboarding, a régua de compliance e o fluxo de exceção do antifraude são todos workflows. A diferença estrutural é que, enquanto as plataformas de mercado orquestram bem mas dependem de integrações de terceiros nas etapas de verificação, decisão de risco ou leitura de documento, o Workflow Kavuka chama os executores da casa nativamente: a etapa de verificação aciona o motor (KYC, KYB, screening), a de decisão chama o Decision Engine, a de documento chama o IDP, a de legado chama o RPA e a de inteligência chama o agente. O resultado é o processo completo, sem costura de fornecedores, com a trilha de auditoria nascendo pronta e o SLA que se cobra sozinho — em vez do gestor que persegue.

Perguntas frequentes
Qual a diferença entre Workflow, RPA e AI Agent?

O Workflow rege o processo (etapas, pessoas, prazos, regras); o RPA é o braço que opera o legado pela tela; o agente de IA é o executor inteligente das etapas que exigem análise e planejamento. O fluxo orquestra; robôs e agentes executam — e os três se vendem e operam juntos.

Quem desenha os fluxos — TI ou negócio?

O dono do processo desenha no low-code visual; a TI governa integrações, permissões e padrões. É o modelo que escala sem virar fila de demandas para o desenvolvimento — o negócio modela, a TI mantém a casa em ordem.

Como o workflow se integra aos motores Kavuka?

Nativamente: a etapa de verificação chama o motor (KYC, KYB, screening), a de decisão chama o Decision Engine, a de documento chama o IDP. O processo do cliente é regido com os executores da casa, sem costura de fornecedores.

O que acontece quando um prazo estoura?

O escalonamento automático entra: o lembrete, a re-atribuição, a subida de alçada — conforme a regra definida no fluxo. É o processo que se cobra, em vez do gestor que persegue thread por thread.

Serve para processos regulados e certificados?

É o caso forte: cada instância nasce com trilha completa (quem, o quê, quando, com que base), as alçadas são impostas pelo fluxo e a evidência da auditoria é uma consulta — não uma reconstrução de threads de e-mail.

Quanto tempo leva para colocar o primeiro processo no ar?

A proposta é um piloto com o processo real em uma semana: o fluxo crítico que hoje roda por e-mail volta desenhado, regido e medido — a prova rápida, com o seu caso, antes de escalar para os demais processos.

Como o Workflow se relaciona com os outros produtos Kavuka?

O Workflow é o tecido conjuntivo do portfólio: os motores Kavuka são os executores, o RPA é o braço no legado, o AI Agent é a etapa inteligente e o Decision Engine é a decisão na esteira. O workflow rege; os demais executam dentro dele.

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