O incidente não pergunta se era CLT.
O Workforce Screening Kavuka tria a força de trabalho inteira — própria e terceira — em três tempos: na entrada (admissional, qualquer vínculo), em ciclo (reverificação por criticidade) e contínua (monitoramento por evento). Tudo sobre a régua jurídica do KYE: a proporcionalidade da tese do TST codificada por função, com LGPD e trilha.
- CLT + PJ + terceiros
- numa esteira só
- Milhares
- de triagens por mês
- Por criticidade
- reverificação periódica
- Por evento
- monitoramento contínuo
Esteira em produção triando força de trabalho estendida — CLT, PJ, terceirizados e temporários — para operações de facilities, varejo e logística: milhares de triagens por mês, com trilha de auditoria por triagem e relatório de cobertura por contrato.
O quadro verificado e a força estendida no escuro é proteção pela metade — e a metade desprotegida é justamente a de maior giro.
O terceirizado de uniforme que ninguém triou
O prestador no cliente, o promotor na loja, o temporário no CD carregam a sua marca igual ao CLT — e a Súmula 331 atribui ao tomador responsabilidades que só a gestão com evidência mitiga.
A verificação que envelheceu com o giro
No país com o maior turnover do mundo (setores acima de 80% ao ano), a base gira tão rápido que a verificação de admissão vira fotografia de um time que já foi embora.
O cliente pedindo evidência da equipe alocada
O cliente corporativo exige evidência de triagem da equipe alocada — e a régua despadronizada entre vínculos não tem resposta pronta, expondo o contrato e a renovação.
Custo No país do turnover recorde, a verificação que não se renova é fotografia de um time que já mudou. A força estendida — PJs, terceiros e temporários — concentra o grosso do risco e do giro, e segue sem produto no mercado brasileiro de screening, ainda preso ao admissional e centrado no CLT.
Da política à força inteira, na velocidade da operação.
- 01
Padronize
A política por função e por vínculo, herdada da matriz KYE: a proporcionalidade da tese do TST codificada — proporcional e defensável.
- 02
Trie
A esteira de admissão estendida a qualquer vínculo — identidade, registros e histórico proporcional — em escala de milhares por mês, integrada ao ATS.
- 03
Reverifique
O ciclo programado por criticidade: a função sensível reavaliada em janela mais curta, mostrando só o delta — o que mudou desde a última.
- 04
Monitore
O fato novo relevante vira alerta proporcional à função e com base legal — em vez de a empresa descobrir na renovação anual, ou no incidente.
A esteira que cobre todo crachá
Uma única operação processa CLT, PJ, terceiros e temporários nos três tempos — admissional, periódico e contínuo — e devolve a cobertura demonstrável por função, vínculo e contrato.
Triagem admissional
Qualquer vínculo: CLT, PJ, terceiro, temporário
Reverificação periódica
Ciclo por criticidade de função, com o delta
Monitoramento contínuo
Alerta por evento, proporcional e com base legal
Força estendida
PJ e terceiro na mesma régua do CLT
Régua por função
Proporcionalidade da tese do TST codificada
Leitura de vínculos
O grafo que os players de consulta não têm
Evidência por contrato
Relatório de cobertura da equipe alocada
Escala da operação
Lotes de milhares com retorno em horas
Quem opera com o Workforce Screening Kavuka
Facilities, Segurança & Limpeza
A força alocada em clientes — a evidência de triagem que o contrato exige, por equipe e por contrato.
Varejo & Logística
O giro acima de 80% e as ondas sazonais — a triagem em massa na velocidade da campanha, integrada ao ATS.
Saúde & Educação
As funções de cuidado (hipóteses expressas da tese do TST) com reverificação periódica por criticidade.
Indústria, Paradas & Obras
O pico de terceiros mobilizados em semanas — a Súmula 331 gerida com dados, não com fé no fornecedor.
A blindagem que cobre a força inteira
O Workforce Screening herda a régua jurídica do KYE: a proporcionalidade da tese do TST codificada por função, tratada para a LGPD desde a primeira triagem. A triagem de quem opera em seu nome — CLT ou não — é defensável porque é proporcional, documentada e renovada.
- Proporcionalidade da tese do TST por função: a triagem ajustada à criticidade da posição (evita o risco nos dois sentidos — a falta e o excesso).
- Súmula 331: a responsabilidade do tomador sobre a força terceirizada gerida com evidência, não com fé no fornecedor.
- Base legal LGPD do monitoramento contínuo: interesse legítimo documentável do tomador sobre quem opera em seu nome, com finalidade e proporcionalidade.
- Evidência por contrato: o relatório de cobertura da equipe alocada, pronto para o cliente corporativo que a exige.
- Trilha de auditoria por triagem: cada decisão com racional, fonte e data — o programa demonstrável.
Tínhamos o CLT verificado e o terceiro no escuro. Hoje a força inteira passa pela mesma régua — e o relatório de cobertura por contrato já é parte da proposta ao cliente.
A base girava 50% por ano e a verificação de admissão não acompanhava. Com a reverificação por criticidade e o monitoramento contínuo, a cobertura parou de envelhecer.
O pico sazonal era ingovernável na triagem manual. A esteira processou milhares numa campanha, integrada ao nosso ATS, sem afundar o time de RH.
Quanto da sua força estendida está verificado — e atual?
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O que é Workforce Screening e por que estendê-lo
Workforce Screening é a triagem em escala da força de trabalho estendida: não apenas o quadro CLT, mas o organismo completo que opera com o crachá da empresa — PJs, terceirizados, temporários, promotores, parceiros de last mile e a gig workforce. O incidente não pergunta o vínculo: o prestador no cliente, o promotor na loja, o temporário no centro de distribuição carregam a marca da empresa exatamente como o funcionário próprio. Triar só o CLT, portanto, é proteção pela metade — e a metade desprotegida costuma ser justamente a de maior giro e maior exposição.
No portfólio Kavuka, três soluções se distinguem por função: o KYE é o programa — a política de risco humano, a proporcionalidade e a governança; o KYA é a porta — o candidato no funil de seleção; e o Workforce Screening é a operação em escala — a esteira que processa milhares de triagens por mês. Ele opera nos três tempos consagrados pela categoria global: o admissional (a entrada, para qualquer vínculo), o periódico (a reverificação programada por criticidade de função) e o contínuo (o monitoramento por evento — o alerta quando algo muda no quadro). Tudo sob a régua jurídica herdada do KYE: a proporcionalidade da tese do TST codificada por função, com LGPD e trilha de auditoria.
A categoria global foi redefinida pelo movimento do pré-hire para o pós-hire. Players como First Advantage e Sterling construíram, sobre centenas de milhões de verificações anuais, a tese do continuous screening — o monitoramento da força de trabalho como assinatura recorrente, partindo do argumento de que a verificação de admissão é um retrato, não um filme. A Checkr levou esse modelo ao gig work em escala de plataforma. No Brasil, porém, o screening segue admissional e centrado no CLT: a força estendida — o grosso do risco e do giro — continua sem produto. O Kavuka entra exatamente nesse oceano azul, com a esteira dos três tempos sobre a régua jurídica que já codificou no KYE, e com a leitura de vínculos (o grafo societário e relacional) que os players de mera consulta não oferecem.
Estender a triagem não é vigiar pessoas: é gerir o risco de quem opera em nome da empresa, com proporcionalidade e base legal. O tomador de serviço tem interesse legítimo documentável na triagem de quem veste o seu uniforme, e a Súmula 331 lhe atribui responsabilidades que só a gestão com evidência mitiga. A síntese para a operação é direta: quem veste o seu crachá — CLT ou não — passa pela mesma régua, sempre atual. O resultado é zero pontos cegos entre vínculos, a base sempre renovada apesar do giro, e a evidência por contrato que o cliente corporativo e o jurídico esperam encontrar.
Qual a diferença entre Workforce Screening, KYE e KYA?
O KYA tria o candidato no funil de seleção; o KYE é o programa de risco humano do quadro (política, proporcionalidade, governança); o Workforce Screening é a operação em escala dos três tempos — admissional, periódico e contínuo — estendida a todos os vínculos: CLT, PJ, terceirizado e temporário.
Posso verificar terceirizados e PJs?
Sim — com a régua proporcional à função (a mesma matriz jurídica do KYE) e a base contratual adequada. O tomador tem interesse legítimo documentável na triagem de quem opera em seu nome, e a Súmula 331 lhe atribui responsabilidades que só a gestão com evidência mitiga.
O que é o screening contínuo?
É o monitoramento da base por evento: quando surge um fato novo relevante para a função (sempre nas hipóteses proporcionais), o alerta chega — em vez de a empresa descobrir na renovação anual, ou no incidente. É o modelo que a categoria global consagrou e a receita recorrente do produto.
Como funciona a reverificação periódica?
Por criticidade: cada função tem o seu ciclo (a função sensível, mais curto), e a reverificação mostra o delta — o que mudou desde a última — em vez de refazer tudo. É eficiência com cobertura.
Isso aguenta o volume de uma campanha sazonal?
Sim — a esteira processa lotes de milhares com retorno em horas, integrada ao ATS e aos sistemas de gestão de terceiros. A sazonalidade do varejo e da logística é o caso de uso de origem da solução.
Como o Workforce Screening se integra à minha operação atual?
Via API REST documentada e integração com o ATS e os sistemas de gestão de terceiros, ou por lote via planilha para a base existente. A política por função é configurada uma vez e governa todos os vínculos, com Customer Success dedicado.
Qual a diferença entre Workforce Screening e Background Check?
O Background Check é a investigação estruturada de antecedentes em um momento específico. O Workforce Screening é a operação contínua que estende essa investigação a toda a força de trabalho — própria e terceira — nos três tempos: admissional, periódico e contínuo. As soluções se complementam na plataforma Kavuka.
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